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Temptation Strip Club

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1 Temptation Strip Club em Seg Ago 15, 2011 4:11 am



Temptation é, sem sombra de dúvida, um dos lugares mais queridos de toda Nova Orleans. O nível dos frequentadores nem sempre é alto, mas o da casa - e das mulheres - não pode ser maior!

São dois ambientes, com dois bares, garotas incríveis, uma equipe atenciosa (que o digam as garçonetes micro vestidas), cabines privadas - e cabines privadas VIP! -, TV's de 21" LED por toda parte e drinques super especiais servidos em uma atmosfera estilo Las Vegas! O lugar foi todo pensado para maximizar a diversão de sua clientela, sejam homens ou mulheres, e a prova dessa diversidade é 'Noite das Garotas', onde stripers masculinos fazem a alegria da mulherada que entusiasticamente visita o clube.

As cabines VIPS, os camarotes superiores e uma área interna isolada são locais de bastante privacidade no Temptation. Nessas cabines muitos negócios com drogas são realizados, enquanto que acordos de negócios, osbcuros ou não, são fechados nos camarotes e salas. Câmeras fazem o monitoramento de TODO o clube, embora aqueles que paguem por privacidade não precisem se preocupar com isso - desde que não prejudiquem abertamente a casa.

O clima escuro com muito jogos de luzes, fumaça e barulho são um prato cheio para alguns vampiros, especialmente aqueles amantes da luxúria. As garotas e rapazes novos são mais do que influenciáveis, presas fáceis. Ainda tem o fato de que muitos dos frequentadores do clube não avisam que estão ali por motivos óbvios, e quando somem misteriosamente da face da terra seus amigos, familiares ou a polícia não sabem por onde começar a procurá-los.

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2 Re: Temptation Strip Club em Sex Mar 09, 2012 3:29 pm

Dirigiu treze horas até chegar à Nova Orleans. Saiu de Miami apenas com a roupa do corpo e o sangue dos seus comparsas no banco do carro, provocado por ferimentos na troca de tiros com a polícia. E claro, o produto do roubo. Uma mala cheia de dinheiro e jóias. Livrou-se dos corpos daqueles dois idiotas assim que pôde, e do terno preto sufocante na primeira loja de roupas de verdade que encontrou. E isso significava “couro”. Uma jaqueta de couro, jeans e botas de cowboy texano. Deixava a jaqueta sempre aberta, para que suas cicatrizes contassem a sua história por ele. Era um uniforme do qual sentiu saudades desde que vestiu a roupa laranja pela primeira vez. E foi a roupa que usou durante três longos anos.

Sentia falta de tudo. De bebida, de mulheres, mas principalmente, da liberdade. Não gostava de fazer acordos, alianças, favores. Sempre foi sozinho na prisão. Não mexia com ninguém e ninguém mexia com ele. Era assim que queria passar esse tempo, sem regalias e sem laços. Ninguém sabia quem ele era, o que ele fez, e os boatos sobre ele apenas ajudavam para sua fama. Sua expressão intimidadora também o ajudou a manter a distância daqueles que queriam problema. Ou de quase todos.

Um protegido da famiglia resolveu arrumar problemas com ele. Conseguiu resolvê-los sozinho, mas isso o deixou na mira da máfia. Depois de participar desse roubo estava livre. Ou quase. Apesar de ter assaltado a joalheria, ficou com o dinheiro e as jóias. Disse que faria o trabalho, mas não estava satisfeito com isso. Preferiu fugir a ficar para pagá-los e ficar no radar da polícia. A liberdade era valiosa demais para ele. Podia acertar as contas com a máfia depois. Isto é, se eles se derem ao trabalho.

Pedindo informações sobre um lugar que poderia encontrar as melhores mulheres, chegou ao Temptation Club. Estacionou o carro em um lugar afastado, e carregando sua mala de ginástica cheia de tesouros, dirigiu-se andando ao local. Havia feito um maço de notas bem gordo e o colocou no bolso da frente, fazendo-o rivalizar com o volume que seu membro em repouso fazia na calça justa. Logo na porta pediu um bom lugar em frente à pista principal, oferecendo um dos presidentes que sufocavam em seu jeans.

A visão das garçonetes em roupas mínimas já o deixava desorientado. O seu maço de notas parecia proporcionalmente menor que antes, e não era porque havia gastado parte dele. Era como se chegasse ao paraíso depois de anos de calejamento. E o melhor é que podia pagar por tudo aquilo. Senta-se em seu lugar privilegiado, próximo à beirada do palco principal, onde poderia diminuir seu maço nas calcinhas das dançarinas. Pede um Bourbon à garçonete mais próxima, guardando no decote dela um dinheiro que a renderia uma bela gorjeta depois de cobrar a bebida. Não fez nenhuma cantada, usando poucas palavras, mas seu olhar a despia de forma a fazer até uma moça dessas se envergonhar.

Quando sua bebida chega, tira as pedras de gelo com a mão, se esquecendo de que esse era o costume. Ainda havia muitas coisas que ainda tinha que se acostumar novamente. Olhava atentamente ao show de uma das moças sobre o palco, logo a agradando com uma nota de cinqüenta no fino elástico rosa de sua calcinha, a única peça de roupa que usava. Queria toda a atenção das mulheres que poderia ter naquela noite, e seus amigos verdes certamente ajudariam.

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3 Re: Temptation Strip Club em Sab Mar 10, 2012 9:25 am

Ela saiu de trás da cortina a passos lentos e ritmados e um sorriso sacana no rosto. Adorava aquele momento: o início da música, os holofotes do palco voltando-se em sua direção, os olhares famintos dos homens...

Chloe não tinha uma história triste. Não tinha uma mãe doente, um irmão viciado em drogas, um sonho de ser atriz ou qualquer outra desculpa que as outras meninas contavam. Nunca havia passado por algo na vida que considerasse uma dificuldade e, se tivesse passado, jamais usaria aquilo como justificativa para seus atos como as outras garotas. Jamais. Chloe definitivamente amava o que fazia.

Oportunidades nunca faltaram na vida da moça: filha de uma família rica – daquelas cuja fortuna é tão antiga que há controvérsias sobre a origem – e dotada de um rosto belíssimo, poderia fazer qualquer coisa. O dinheiro que tinha abria um enorme leque de possibilidades, mas – Chloe percebeu cedo – existia uma força bem mais interessante do que um monte de notas verdes. O dinheiro era um ótimo combustível, mas o que movia o mundo era um outro poder: o do sexo.
Por ganância, as pessoas eram capazes de muita coisa. Por sexo, eram capazes de tudo.

Era óbvio para a moça, desde o início da adolescência, o efeito que causava sobre as pessoas, a maneira como incitava suas paixões. Apaixonou-se tanto por aquela brincadeira, que fez dela sua vida (ou seu novo capricho, como dizia a família nos primeiros anos): subiu no palco do Temptation Strip Club, tirando de cena a rica herdeira Chloe Musis para dar espaço à excitante Flaming Eve que, aos poucos, ofuscou a identidade anterior até desaparecer com ela. Extremamente competitiva, logo tornou-se uma das maiores atrações da casa por suas intensas provocações aos freqüentadores do club e dando origem a uma guerra contra todas as “barangas” daquele bar.

Naquela noite, sabia que iria se divertir. Assim que deu os primeiros passos no palco sentiu a respiração suspensa dos homens, a profundidade do gole que deram em suas bebidas, o passear dos olhos pela fantasia boba de colegial que usava. Riu por dentro daqueles pobres imbecis, enquanto dava sua volta no palco e agarrava o pole e passava os olhos pelos fregueses. De quem tiraria o sono essa noite? Do adolescente com cara de virgem próximo ao palco? Do homem obviamente casado sentado em uma das mesas? Do rapaz cercado pelos amigos em sua despedida de solteiro?

Os lábios vermelhos mostraram um sorriso quando ela o encontrou. Próximo ao palco principal, um fortão de jaqueta de couro estava faminto, visivelmente excitado até mesmo com as ridículas garçonetes. Olhava com atenção para todas as mulheres, fascinado, como se quisesse todas, tamanha sua fome. Era ciumenta. Em sua apresentação, aquele homem não podia querer todas. Não podia ousar desejar a garçonete, enfiar 50 dólares na calcinha de uma e só depois voltar os olhos para ela. A partir de agora, Flaming Eve decidiu, ele desejaria ela e apenas ela. Promete para si mesma que aquele volume na calça dele cresceria a ponto de se tornar insuportável, que iria atormentá-lo por dias em sua memória.

Os dedos fecham-se no poste e ela morde os lábios como se segurasse outra coisa. Levanta o corpo, roçando-o inteiro no pole, olhando o homem com um sorriso enquanto entrelaçava as pernas no cilindro de metal e começava sua dança. Provoca um tanto a platéia, e demora pouco tempo para desabotoar os primeiros botões da camisa branca de estudante. Apenas os primeiros... os seguintes são uma tortura para os expectadores, abrindo lentamente durante a performance.

A dança era para todos os homens, queria seduzir todos, provocar todos, fazer com que esquecessem todas as strippers que do club para sempre. Mas é para o jaqueta-de-couro-de-calça-cheia que joga a camisa quando a tira, exibindo o sutiã preto de renda. É para ele que empina o quadril quando engatinha pelo palco de sutiã e saia, exibindo o minúsculo fio dental e para ele que ameaça tirar a saia antes de voltar ao pole.

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4 Re: Temptation Strip Club em Dom Mar 11, 2012 8:23 pm

O tempo foi passando rápido para Jason. Na segunda gorjeta gorda que deu para a garçonete, uma segunda mais ousada chegou para lhe oferecer mais um copo. Ela aumentou seu decote e quase apoiou seus seios no ombro do homem, apresentou-se como “Cindy". Perguntou se ele queria de ser mais bem atendido aquela noite. Ela não se importou quando Jason tocou-a na coxa para pedir uma dose, no mesmo momento que a sua garçonete original chega para atendê-lo. Ela olhava brava para a colega, mas Jason sorriu, e tirou duas notas de seu bolso volumoso.

- Calma, garotas. Não tem problema. Vocês podem dividir...

Naquele momento passa por sua cabeça o que aconteceria se abrisse a boca para as garçonetes se tivesse seu antigo salário de proletariado, aquele com qual começou uma vida honesta. Certamente seria cortado por qualquer uma delas, chamado de tarado depois de um simples elogio e chamariam o segurança se as tocasse. Mas agora era o rei da noite, e seu bolso volumoso fazia aquelas mulheres se curvar a ele. Elas ainda pareciam perdidas, se encarando em um duelo de sorrisos, onde a vencedora teia Jason e as outras gorjetas dele. Resolveu intervir.

- Ahn.... Cindy. Por que não me busca mais uma dose de Bourbon enquanto sua amiga me dá umas dicas de como podemos gastar todo esse dinheiro hoje?

Elas trocam um olhar cúmplice, e Cindy se retira apressada para trazer o drink do homem de calça cheia. Jason puxa a outra garçonete pela cintura, agora na segurança de que isso não lhe renderia um tapa, e a faz rir quando diz que tudo o que estava dentro de sua calça poderia ser dela. Enquanto isso dava rápidas olhadas para a pista apenas para saber o que acontecia. O palco realmente não lhe importava mais. Ele teria uma grande noite com aquelas duas garotas no fim do expediente. Ficou até imaginando como elas ficariam com algumas das jóias que trouxe, e nada mais.

Quando a música parou, causando um clima para a entrada da próxima garota no palco, sua imaginação foi interrompida. Uma apreensão geral dominou o ambiente, e tudo indicava que o próximo show era muito esperado. Sem desgrudar da garçonete que nem havia se preocupado em perguntar o nome, olha para as cortinas se abrindo. Sorriu ao ver aquela moça pisando ritmado. Logo viu no rosto dela um sorriso de safada que o fazia ter certeza de que era um furacão na cama. Os homens erguiam suas notas a chamando, pedindo que tirasse a roupa, mas ela os esnobava. Jason não entraria naquela disputa. Dinheiro não parecia abalá-la.

Fazia planos com a garçonete que quis ser chamada de "Brenda" para depois do expediente, quando Cindy chegou com seu uísque de milho sem gelo. Debruçou-se sobre ele para servi-lo, e seu decote parecia ainda maior agora. No mesmo momento que ela subiu o corpo de volta, o decote deu lugar à dançarina no palco, e ela sorria diretamente para ele. Sim, para ele. Um homem forte usando couro era geralmente desprezado até pelas stripper, já que isso indicava que um homem abusado e sem dinheiro estava ali. Mas como pensou antes, naquela noite era o rei. Era para ele mesmo que ela sorria.

Cindy era insistente, e entrou novamente em seu campo de visão. Brenda saiu para que o chefe não as atormentasse por dividir o mesmo cliente, já que havia muitos outros que queriam beber naquele lugar. A coxa daquela garçonete era algo realmente bom de tocar, e sua mão voltava para lá enquanto contava o que os três poderiam fazer depois do expediente. A dançarina continuava olhando para ele no palco, e isso o instigou. Seria pedir demais ter as três naquela noite? Até mesmo com tanto dinheiro? Cindy o deixou assistir, enquanto fazia um carinho nos cabelos de Jason.

O jeito que a dançarina tirava a blusa o surpreendeu. Viu várias garotas tirando a blusa aquela noite, mas aquela era a primeira que fazia isso com certo talento. E aquele sorriso de safada para ele a deixava mais interessante que as garçonetes que o escalavam. Mas a surpresa maior foi quando aquela blusa de colegial voou no seu rosto, e Jason foi dominado por um perfume inebriante. Não se lembra da última vez que teve uma mulher tão cheirosa. Ouviu palmas e risos dos homes invejosos ao redor, e agora tinha certeza. Aquela mulher de sutiã e saia rebolando no poste a queria. As outras provocações que ela fez apenas o fizeram ter certeza disso. Foi hipnotizado pela pequena calcinha que cobria o sexo da moça, e começou a imaginar o gosto dela, se seria tão bom quanto o perfume que sentiu. Agora suas calças eram apertadas demais para ele.

Ia perguntar o nome daquela mulher para Cindy, mas ela havia sumido sem que ele nem percebesse. Deixou a camisa sobre seu colo e aproveitou seu show particular, sabendo que aquelas mulheres voltariam a procurá-lo. Afinal, ele era o rei da noite.

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5 Re: Temptation Strip Club em Seg Mar 12, 2012 12:25 am

Suspensa no pole, Flaming Eve sentia-se mais poderosa do que em qualquer outro lugar. Quando tirava os pés do chão, pendurando-se no poste como se seu corpo não tivesse peso, imaginava-se como uma divindade. Muitas strippers consideravam o pole apenas como parte do cenário, um objeto cilíndrico onde se roçavam e seduziam. Aquela ruiva, entanto, o via como o centro de toda a sua sensualidade, a parte mais importante do palco. Dançar nele era uma honra. Uma demonstração de agilidade, força e flexibilidade era necessária para movimentar o corpo naquele instrumento.

No palco, sob as luzes avermelhadas e azuladas do strip club, ela estava em casa. No pole, era como se estivesse em seu quarto, onde podia fazer o que quisesse. E fazia: esticava os braços, levantava o corpo e usava as pernas entrelaçadas para prendê-lo. Repetia o movimento várias vezes subindo pelo poste, até olhar o salão do alto e soltar as pernas, abrindo-as completamente e movimentando-as ao som da música e dos aplausos dos espectadores.

De repente, Flaming Eve dá um impulso com as pernas, esticando o corpo, e desce pelo poste em um movimento circular, espiral, que continua até que seus pés voltem ao chão. Sorri, voltando ao strip-tease assim que firma o corpo, andando pelo palco e puxando a lentamente a curta saia xadrez. A peça de roupa se solta e ela a deixa cair no chão, empurrando-a com o pé para perto do rapaz da despedida de solteiro que sorriu largamente para ela e puxou a peça de roupa para perto enquanto os amigos gritavam.

Havia percebido que o homem de couro estava sendo assediado por Brenda e Cindy e achou o fato engraçado. Não considerava aquelas duas uma concorrência. Para Chloe, eram feias, burras e um tanto desajeitadas. Comparadas a ela, não eram nada. Por opiniões como essa – e por expressá-las para todos de uma forma um tanto clara– que Flaming Eve não tinha amigas naquele strip club. Era odiada pela maior parte das meninas e não se importava nenhum pouco com isso. Na verdade, até gostava desse fato, retribuindo o ódio com demonstrações de indiferença que muito a divertiam.

Sem a saia, as acrobacias no pole ficam muito mais fáceis. Ela corre um pouco, impulsionando o corpo para girá-lo no poste quando o encontra, segurando-se com as mãos. Levanta o tronco e as pernas e as enlaça no poste, ficando de cabeça para baixo, os cabelos ruivos cobrindo o rosto. Quando chega próxima ao chão, solta as pernas e desce o corpo lentamente, dançando próxima ao pole, olhando para o homem de couro, com aquele mesmo sorriso obsceno nos lábios.

Enquanto continua a dançar, caminha até a ponta do palco, onde se senta, de frente para ele, com as pernas abertas. Olhando-o nos olhos, Flaming Eve abre o fecho do sutiã e inclina o corpo sobre ele, deixando-o escorregar pelos braços até sair completamente do corpo e cair no chão, exibindo os seios belamente moldados bem em frente ao rosto de Jason, quase encostando em seu rosto. Pega o copo de sua mão e bebe um gole de seu whisky, deixando o copo marcado com o batom vermelho que usava. Segundos depois afasta o corpo e ri, divertindo-se com os olhares que recebe e dançando no chão por um tempo. Ajoelha-se e engatinha até o pole, dando a Jason uma bela vista de suas nádegas naquele fio dental durante o trajeto. Levanta-se e continua a performance, voltando a levantar o corpo, agora com os seios expostos e o sorriso ainda mais imoral.

Percebeu como o volume da calça do homem aumentou e queria deixá-lo louco. Não tira mais os olhos dele, sorrindo o tempo todo a cada volta no poste, a cada pausa pendurada de cabeça para baixo, a cada mexida nos cabelos vermelhos. Interage com outros homens, deixando que coloquem dinheiro na calcinha mínima, mas deixa claro para Jason que é para ele que dançava.

Quando a música termina, a moça é aplaudida com entusiasmo. Ela sorri, agradecendo, pegando os dólares espalhados pelo chão do palco e a saia com o garoto da despedida de solteiro, mas não vai até Jason pegar a camisa nem o sutiã, “esquecendo-a” propositalmente. Some atrás das cortinas, andando com o mesmo andar ritmado que entrou.

Chloe demora alguns minutos para voltar ao salão. Quando chega, usa um vestido preto brilhante frente única, expondo completamente as costas delicadas. Uma bela tatuagem de unicórnio pode ser notada em um dos ombros, agora muito mais a mostra do que quando ela se movimentava na penumbra. A maquiagem pesada e cheia de purpurina da performance foi substituída por um lápis de olho e um batom escuro. Sai dos bastidores pela porta lateral, indo direto ao bar onde o barman já prepara seu cosmopolitan, dispensando os admiradores que tentam pará-la no caminho. Senta-se no balcão, agradecendo ao colega e espera. Sabia que ele viria.

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6 Re: Temptation Strip Club em Seg Mar 12, 2012 7:38 am

Jason tomou uma posição mais confortável na cadeira quando a dançarina voltou ao pole. Encostou-se e abriu as pernas, dando espaço para o garoto crescer. A camisa de colegial pousava em sua coxa, acostumando sua virilha àquele cheiro, prometendo um contato intenso a ela em breve. Tomava seu uísque e observava o show admirado. As acrobacias da dançarina eram impressionantes. O jeito que ela dançava só o fazia pensar naquele corpo se contorcendo sobre o dele.

Sabia que tudo aquilo acontecia pelo dinheiro que carregava. Desde a entrada o esbanjou, chamando a atenção das mulheres que guardavam suas notas nos decotes. E certamente isso chegou ao ouvido daquela dançarina safada. Reconheceu a obstinação nos olhos dela para conquistá-lo. Reconhecia bem um olhar determinado. Um olhar como o dele. Riu ao pensar que ela nem olharia para ele se não tivesse toda a grana.

Começou a pensar também no que ela faria se soubesse quantas jóias tinha naquela mala de ginástica. Vadias adoram jóias. "Vou te dar tudo o que quiser, safada.", pensou. E foi a coisa mais comportada que pensou naquele momento. Sempre que tinha uma visão melhor da pequena calcinha e do que ela cobria sua boca enchia-se de água. Estava sedento por uma mulher. Três anos o faziam latejar de saudades do corpo de uma mulher. Não de nenhuma em especial, tanto que aceitou gastar seu dinheiro com as garotas mais fáceis do lugar, que provavelmente não dançavam por falta de habilidade ou por não ter um corpo tão apresentável sem roupa. Mas tinha que se lembrar que era o dono daquele lugar essa noite, e assim merecia o melhor. Cada homem naquele lugar dizia a Jason que a dançarina no pole era a melhor coisa que encontraria ali ao babar e ficar eufórico quando ela joga a saia para o noivo. Imaginou como a noiva daquele homem estava fazendo a sua despedida de solteiro, e riu ao imaginar que ela devia estar aprontando muito mais.

Sua mente era apenas sexo. Não conseguia pensar em outra coisa. Sabia que em breve isso começaria a atrapalhá-lo, então era melhor resolver o assunto. Começou a devolver os olhares da dançarina mais sério. Dizia a ela com seu olhar que a teria aquela noite, que atenderia todos os desejos dela com o que tinha para oferecer, seja com qualquer um dos volumes que ela quisesse. Então ela veio. Caminhou em sua direção e sentou-se. Jason reclinou-se, almejando o que ela tinha entre as pernas, mas ganhou belos seios como consolação. Sentiu mais uma vez aquele perfume, mas agora mais forte, misturado com o cheiro de suor, bem próximo ao cheiro que deixaria nela depois de fazê-la dançar em seu mastro. Não conseguiu esconder o sorriso quando ela olhou para sua calça. "É isso que você quer, não é?", pensou, erguendo as sobrancelhas, evidenciando que em sua mente se formava uma pergunta. "Vou te dar o que você quer, safada.". Ajeitou um dos volumes da calça, ainda quando ela olhava, e fez sair do outro uma nota de cem, que foi parar na calcinha dela. O que ela faz com seu copo o faz pensar que a vontade de sentir o gosto alheio era recíproca, e quando ela bebe dá um novo sorriso, deixando mais um pensamento libidinoso invadir sua mente: "Essa safada engole."

Acompanhou o resto do show paciente, deixando-se até olhar para outras garçonetes. Mas pobre delas no momento em que Jason as comparava com a dançarina. Entendeu porque nem todas aquelas podiam tirar a roupa se contorcendo em um poste. Não que fosse negá-las em alguma oportunidade. Nunca faria isso com aquelas damas de pouca roupa. Mas a concorrência era desleal com a performance da mulher no palco. O show acabou, e a dançarina esqueceu-se de recolher a camisa que estava em seu colo. Não precisava de mais nenhum outro sinal. Ela simplesmente o queria.

Colocou sua mala preta de ginástica no ombro e se levantou depois de engolir o resto de sua bebida. Fez questão de colocar a boca onde a dançarina marcou seu copo de batom, e ensaiar sua boca para o que teria em breve. Ajeitou o volume para que conseguisse andar sem que ele escapasse, e foi até o balcão.

- Calma... Cindy.... ou Brenda. Enfim... Não. Não vou embora agora. Não se preocupe.

Foi o que disse para a garçonete que o abordou o questionando sobre seu destino. Não se lembrava qual das duas era, mas certamente era uma das duas. Ou uma terceira audaciosa, que não parava de olhar para sua calça com desejo. Desviou-se dela e chegou ao balcão, até as costas brancas e nuas que estampavam um unicórnio. "Até o cavalo dela tem um pau na cabeça", pensou antes abordá-la.

- Esqueceu isso comigo, moça.

Encostou-se no espaço do balcão ao lado dela, conseguindo um espaço ao tirar com o seu olhar intimidador o rapaz que se preparava abrir a boca e dizer alguma besteira para a dançarina. Mas ao pousar seus olhos na mulher a despia sem tocá-la, começando a transmitir todos os seus pensamentos que teve sobre ela naquela noite com o olhar.

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7 Re: Temptation Strip Club em Seg Mar 12, 2012 9:01 pm

Os lábios vermelhos sugam lentamente o canudinho na taça do Cosmopolitan, apreciando o gosto doce do drink. Estava de costas para Jason, mas sabia exatamente as coordenadas de sua localização no salão. Sabia o quanto as garçonetes ficaram apavoradas com a possibilidade dele ir embora e revira os olhos, achando-as ainda mais desprezíveis do que antes.

O barman dá uma risada discreta ao ver o homem que se aproxima. Era o único amigo de Chloe em todo o bar, o único que entendia o senso de humor particular da stripper e o único com quem ela se importava minimamente. Antes de Jason chegar, sussurra discretamente para Flaming Eve:

- Hum..delícia... Boa escolha!

Chloe dá uma piscadela e um sorriso sacana em resposta. O rapaz já estava acostumado às brincadeiras de Chloe. Era sempre a mesma coisa: escolhia alguém, o seduzia, às vezes ia para casa dele, mas logo o dispensava. Ele se divertia ao observar diariamente o “escolhido da vez”, a maneira como se aproximava de Chloe, como lidava com ela e como a perdia depois que ela enjoasse. Ela sempre se enjoava dos homens. Gostava deles apenas quando não pensavam direito, com a mente ocupada por Flaming Eve e sua dança. Gostava quando ficavam excitados, nervosos, irritados, enciumados. Qualquer coisa fora do controle. Via que Jason estava fora do controle, com aquele membro apertado dentro da calça e sorria por dentro enquanto o esperava.

Um rapaz se aproxima dela no balcão, abrindo a boca para arriscar uma aproximação. Chloe surpreendentemente olha para ele como se fosse dar atenção à cantada, debruçada no balcão. Dá um sorriso pequeno, quando o garoto sai intimidado com o olhar de Jason, mexendo o canudinho no drink sem olhá-lo até que fale com ela.

- Hum.. é. Obrigada.

Chloe puxa a camisa de sua mão, embolando-a sobre o balcão. Volta-se para o homem de jaqueta de couro, apreciando a maneira esfomeada como ele a olhava. Aliás, aquele momento a excitada de diversas formas. Podia sentir as ondas de ódio que emanavam das garçonetes e ver a expressão invejosa no rosto de Brenda e Cindy. Também percebia a raiva e os ciúmes que envolviam dois homens que observavam a distância. Ambos já estiveram onde Jason estava agora, mas terminaram esquecidos no canto do strip club como brinquedos velhos. Chloe lembrava-se vagamente deles em sua cama, mas lembrar os nomes era pedir demais. Naquele momento, o que mais a atraía em Jason não era especificamente nenhum dos volumes em sua calça. Excitava-se pelos olhares que partiam dele e dos outros que observavam a cena, pela sensação de poder sobre ele e pela questão de como aqueles músculos se comportavam ao segurar algo diferente daquela mala de ginástica.

Não se incomoda em puxar conversa com Jason. Se ele a queria tanto, era dele o trabalho de arranjar algo para conversar com ela ou tentar agradá-la. O que havia feito no pole há alguns minutos era toda a conversa que queria ter com aquele homem. Mas agora, começava a realmente gostar daquele olhar que a devorava.

Entrega a camisa embolada para o barman, sem se importar muito com ela. Era só uma fantasia idiota, e ela nem mesmo pretendia usá-la novamente. Talvez em algum domingo, para escandalizar o pai.

- Toma, Johnny. Guarda embaixo do balcão para mim? Daqui a pouco eu pego de volta...

O barman pega a camisa e guarda-a embaixo do balcão, sempre com um sorriso no rosto, como se achasse aquela cena cada vez mais engraçada. Ela brinca com a língua no canudinho da bebida, sorrindo e encarando Jason em um silêncio que poderia ser constrangedor, mas vindo de Chloe é apenas provocativo. Os olhos o encaram de cima a baixo, analisando-o com uma ponta de arrogância no olhar, mas deixando claro que gostava do que via.

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8 Re: Temptation Strip Club em Seg Mar 12, 2012 11:40 pm

Não percebe que a maioria das pessoas os olhava naquele instante, e que todos os caras ali tinham algum sentimento pela dançarina. Fosse de amor ou de ódio. Desejo ou saudades. Não notou também que chamava atenção demais para alguém que havia acabado de fugir da polícia. Contou com a sorte de não ter sido reconhecido e ter despistado os policiais no caminho, mas não era nisso que pensava agora. Sua mente era preenchida pela silhueta da dançarina a sua frente.

Passeou com os olhos por cada pedaço daquele corpo, já traçando um plano para despi-la daquele vestido. As costas nuas já lhe adiantavam algum trabalho. Podia erguê-lo, ou soltá-lo pelos ombros e fazê-lo cair até os pés. No fim das contas não importava. Acabaria os rasgando tudo com a euforia que sentia. Passava para a dançarina com o seu olhar cada pedaço de sua imaginação. Como se não bastasse, sua pulsação se manifestava através da bomba latejando em sua calça, deixando tudo ainda mais óbvio.

Chega mais perto, confiante o suficiente para tocar a pele das costas, e falar mais próximo ao ouvido da moça. O que mais queria era tocá-la, sentir melhor o perfume daquela mulher, misturado com seu suor da dança recente. Jason a toca, e seus dedos grandes, fortes e calejados contrastavam com o desenho delicado da cintura e a maciez da pele da moça. Sua mão quase ia de um lado ao outro. O movimento do seu braço deixou mais visível uma cicatriz, que acompanhava uma das costelas, sumindo na direção das costas. No escuro era difícil saber do que se tratava, mas certamente aquilo tirou muito sangue do homem.

- Fiquei impressionado com o que você fez no palco. Aceito ver isso mais de perto...

Para ele, tudo o que ela fez foi um convite. Todos aqueles sorrisos no palco, aqueles olhares, as manobras dedicadas a ele, a camisa jogada, o gole em seu copo. Tinha argumentos o suficiente para mostrar a ela que foi convidado. E agora aceitava, não se dando ao trabalho de lembrá-la de tudo isso.

Além do cheiro de Bourbon que vinha de seu hálito, exalava apenas suor. Este era o seu perfume. O cheiro de um homem. Algo difícil de encontrar por ali, naquele lugar, onde a grande maioria se preocupava com banhos. Mesmo que aquele fosse o bairro francês. Ao menos usavam perfumes! Isso mostrava o quão autêntico ele era. Desprovido de máscaras, era exatamente o homem que se via. E isso mostrava também que gostava das coisas simples. Provavelmente se irritaria com qualquer rodeio, e agora ia direto ao ponto.

Jason a olhava faminto, aguardando sua resposta. Provavelmente seria algo como o local onde ela gostaria de passar o resto da noite, como foi com as garçonetes. Um sorriso nasceu em seu rosto, mostrando que era algo além de um homem intimidador. Não pensou em receber uma negativa. Era o rei da noite, e aquela mulher se contorceu na direção dele o tempo todo no palco. Caso ela ainda tivesse alguma dúvida, podia ver a outra mão pousando sobre o volume de sua calça: dinheiro não seria problema. No fim das contas, para ele, aquela dançarina era mais uma stripper. No caso, a melhor da noite, mas ainda assim uma stripper.

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9 Re: Temptation Strip Club em Ter Mar 13, 2012 2:37 pm

Ela aprecia o olhar de Jason para seu corpo, com o sorriso provocante que a caracterizava estampado nos lábios. Via como ele a despia com os olhos e o toque nas costas a faz suspirar e empinar mais o quadril, como se desafiasse a mão do homem a descer mais. Mantém o olhar direto para ele, também passando pelo peito, a parte de dentro da jaqueta, a cicatriz na barriga e, finalmente, o volume em sua calça. Detém-se ali por alguns segundos, como se imaginasse o real tamanho do que ele tinha ali dentro e passando suavemente a língua pelos lábios.

Escuta o elogio ainda olhando para ele provocativa, mas ri quando ele diz “aceito ver isso de perto”. Fica impressionada com a autoconfiança de Jason. Os homens geralmente ficavam intimidados com Flaming Eve e sua atitude provocativa. A risada dela sai alta, espontânea, de quem realmente achou graça, balançando a cabeça. De repente, ela simplesmente para de rir, e aproxima o rosto como se fosse beijá-lo. Ao invés disso, o encara e responde séria e quase sussurrando.

- Não faço programas.

Era mentira, óbvio. Fazia programas sim, com freqüência. Nunca precisou do dinheiro, mas em algumas noites gostava de se sentir uma prostituta, ser comprada como um objeto e tratada como tal. Perdeu a conta de quantas vezes foi para o apartamento de um desconhecido por dinheiro. Os valores variavam de acordo com a empolgação do cliente. Já havia cobrado todos os tipos de preços, e ainda se lembrava da maneira como foi tratada quando cobrou apenas 50 dólares. Tentava se convencer de que foi divertido, mas depois desse dia entendeu que os homens não valorizam aquilo que conseguem fácil e o preço na sua tabela nunca mais foi tão baixo. Na verdade, agora os mantinha altos, deixando claro que tipo de produto ela era e como deveria ser tratado.

A prostituição era para Chloe uma brincadeira sexual tão divertida quanto qualquer outra. Ela não tinha muitas inibições já que, grosso modo, sua vida tratava-se basicamente de um grande jogo sexual, no qual ela quase sempre achava que saía ganhando. Odiava perder e, quando acontecia, dava um jeito de ganhar de outra maneira. Ou pelo menos parecer ter ganhado para quem assistiu.

Sabia com certeza que aquele homem estava louco por ela. Isso elevava seu preço às alturas e hoje não queria dinheiro. Jason merecia um desafio melhor do que simplesmente lhe entregar aquele rolo de notas para possuí-la. Seria um desperdício. Ele parecia ser capaz de mais do que isso e Flaming Eve estava curiosa para saber até onde ele iria para conseguir algo e até onde ela conseguiria resistir. Também estava curiosa sobre ele. Ele parecia quase um animal, aproximando-se dela cheio de fome. Até mesmo cheirava como um animal! Rondava-a como se ela fosse uma corça. Chloe estava longe de ser uma corça, mas apreciava o olhar do caçador. Se pergunta há quanto tempo ele não tinha uma mulher nos braços para estar daquele jeito. E então olha para aqueles braços, pensando que eram atraentes demais para estarem vazios por um período muito grande.

Mantém o rosto próximo tempo o suficiente apenas para que ele a sinta respirar próxima dele, mas logo se afasta. O sorriso agora zombeteiro brinca em seus lábios antes deles se fecharem de volta no canudinho, bebendo o drink calmamente olhando para o outro lado com cara de desinteressada. Não é receptiva a aproximação de Jason, mas de maneira alguma afasta sua mão nas costas. Aliás, aquele toque áspero a arrepia inteira e faz com que ela deixe a cabeça próxima ao rosto do homem, deixando-o sentir o cheiro de seus cabelos.

Ela termina o drink com calma, empurrando a taça para a ponta do balcão. Johnny se aproxima rapidamente, pegando a taça. Ele está tão curioso para ver o desenvolvimento daquele jogo que sempre volta para perto dos dois, para pegar uma garrafa ou enxugar um copo. Dessa vez ele pega a taça e troca por um novo cosmopolitan. Chloe não se opõe e, enquanto espera Johnny preparar a bebida, olha novamente para Jason e o sorriso pornográfico volta aos lábios, provocando-o com a proximidade dos corpos ainda que tenha feito questão de deixar claro que "não fazia programas".

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10 Re: Temptation Strip Club em Ter Mar 13, 2012 4:36 pm

Jason não era um homem de muitas palavras. Nunca foi bom com elas, e aprendeu a dizer com o olhar o que queria. Manteve-se afastado de problemas na prisão sem conversar muito com as pessoas, e normalmente suas conquistas dependiam apenas disso. Da mesma maneira aprendeu a entender melhor a linguagem que os olhos conseguiam interpretar. A linguagem do corpo era algo mais claro para ele do que o discurso.

A reação da dançarina ao seu toque dizia tudo o que ele queria saber. Ela se contorceu como uma gata no cio, que arrebitava o rabo quando ganhava um carinho nas costas. Sabia que ela queria suas grandes mãos se enchendo com aquele quadril que se evidenciava no vestido. Ela o queria loucamente, e o olhar dela que o varreu, pousando um tempo em sua calça, carimbou no rosto da dançarina o que ela realmente queria. E esse sentimento era completamente recíproco.

Ao invés de descer para os quadris da moça, sua mão envolveu-a um pouco mais na cintura, fazendo seu corpo encostar levemente no dela. Na verdade, a única parte de seu corpo que passou a encostar-se ao dela agora, além de seu peito que se encostava ao ombro dela, era a que havia crescido significativamente. Entendeu que ela queria jogar, brincar um pouco antes de abrir as pernas, algo que para ele seria inevitável. Isso ficou evidente quando ela disse que não fazia programas. É claro que fazia.

Jason se aproximou mais do cabelo, sentindo aquele cheiro que era muito diferente de todas as prostitutas que já teve. Quando pegava uma que se preocupou em se perfumar, era sempre um cheiro mais comum, que já tinha visto em algum lugar, em alguma outra puta. Aquele cheiro era novo. Um cheiro que o faz lembrar um pouco da joalheria que acabou de assaltar, ou dos carros caros que eventualmente usou em seus trabalhos. Sem a permissão dos donos, obviamente. Um cheiro de mulher que se parecia com o das mulheres ricas.

Não acreditava que aquela safada que rebolou no palco para ele era uma dessas burguesinhas. Aquela talvez fosse uma de suas maiores fantasias. Foder com uma mulher rica, filha ou esposa de qualquer um daqueles homens que o fazia sentir cada vez mais ódio. Que o inspiravam a quebrar todas as leis que podia. Dar a elas o que aqueles broxas nunca conseguiam, com seus pintos pequenos e carros grandes. Queria vê-los rindo dele assim.

A proximidade de sua boca o fez sussurrar ao ouvido da dançarina as poucas palavras que lhe vieram à mente para continuar aquele jogo, a sua caçada.

- Não quero um programa. Você vai me dar uma dança. Mas agora eu serei seu palco...

Era imperativo nas palavras, continuando claro e direto. Sua imaginação era bem generosa com essa analogia. Seu membro ansiava por fazer o papel de pole. Moveu o quadril levemente, quase sem consciência disso, mostrando porque estava ali, e que não fugiria dela. Aquela mulher não a assustava de maneira alguma. A cercava como um predador farejando sua presa indefesa, testando-a, provando seus limites. Aceitava o desafio da mulher dessa forma, atacando-a com suas carícias suaves, contrastantes com seu corpo grande e rústico.

Perto dali, as garçonetes o viram se aproximar de Chlöe daquela maneira, e começaram a brigar. Uma culpando a outra de que haviam perdido o homem que as faria ganhar o mês, ou quem sabe o ano, com uma brincadeira boba que as vezes faziam de graça. Mas tal discussão logo foi terminada por clientes alheios a isso que pediam bebidas. No fim das contas, ninguém ali se importava com o que elas pensavam ou queriam. Apenas queriam que seus copos estivessem cheios e que rebolassem pra lá e pra cá com pouca roupa.

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11 Re: Temptation Strip Club em Dom Mar 18, 2012 12:06 pm

A maneira como Jason a puxa para perto pela cintura a surpreende, e ela não consegue afastar o corpo a tempo de impedir que se encoste no dele. O contato tão próximo torna a brincadeira de resistir mais difícil para ela e quase não consegue conter o gemido que ameaça sair por sua garganta. Sentir tão claramente a excitação do homem e a maneira como ele a pega quase a fazem fraquejar. O contato com as mãos enormes e calejadas que ficavam cada vez mais ousadas a enchem de expectativa. Ele estava próximo, cada vez mais animalesco, cheirando-a, ignorando suas respostas verbais como se nada do que ela falasse fosse importante. Não era, de fato.

Resistir era difícil, mas Chloe queria brincar mais. A maneira como ele sussurra a deixa tão excitada que começa a perceber que o jogo teria fim se continuasse tão perto do homem de toque firme e respiração pesada. A atração entre os corpos era tanta que ela demora para processar o que foi falado, pensando apenas em morder aqueles lábios. Quando entende a mensagem ri alto, olhando-o tão de perto que consegue sentir seu hálito.

-... E o que te faz pensar que eu quero dançar no seu pole..?

A resposta é grosseira, mas a voz é suave e a risada está em seus olhos, deixando claro que a agressividade era só parte do desafio. Os lábios estão próximos dos dele e a aproximação a provoca tanto que ela tem certeza que não podia continuar tão perto se quisesse continuar a brincadeira. Dá um passo para o lado, fugindo daquele toque e daquele corpo, antes que sua resistência fosse por água abaixo. Adora aquilo. Há muito tempo não achava tão difícil resistir a alguém, e o perigo de perder o jogo aumentava ainda mais o valor das apostas para Flaming Eve.

A discussão entre as garçonetes chama a atenção de Chloe e ela contempla a confusão. Não se dá ao trabalho de disfarçar, deixando claro que observava e que tinha um sorriso sarcástico no rosto. Continua apoiada no balcão, com o quadril levemente empinado, brincando com o canudinho da bebida entre os lábios. Olha de volta para Jason depois que a discussão entre as moças é encerrada:

- Parece que suas amigas o querem de volta.

Fala como se quisesse devolvê-lo a elas, mas não queria. Ele pertencia a ela, nunca mais olharia para qualquer uma das garçonetes imbecis. O sorriso é provocante, o desafiando novamente a ficar. Quanto tempo demoraria para que ele usasse toda aquela agressividade que prometia? Quanto ela teria que esperar para que ele encerrasse logo aquela conversa e a agarrasse com a força que ela imaginava? A demora a enlouquecia e mantinha seu coração disparado como há muito não ficava.

Agora protegida pela pequena distância que tomou do corpo de Jason, é ainda mais provocante com o olhar. Sua imaginação criava cenas absurdas: o homem a jogaria em cima daquele balcão, a possuiria ali mesmo. Ou talvez em cima da mesa de um dos homens com quem Flaming Eve já esteve, e ela poderia encarar a expressão de inveja nos olhos do rapaz enquanto Jason estava dentro dela. Nada daquilo aconteceria, mas a fantasia faz com que ela queira provocá-lo ainda mais. Não se incomoda em parecer desinteressada, olhando-o detalhadamente como se, agora, fosse ele quem fizesse um strip-tease para ela.

O barman está cada vez mais interessado no que acontece entre os dois, acompanhando a cena com interesse, surpreso por Chloe ter precisado se afastar um pouco para continuar a provocação. Geralmente ela era capaz de resistir uma noite inteira, manter o homem esperando, ansioso, cozinhá-lo por horas – ou dias. Jason porém parece ter dificultado para ela ao ser tão direto. Nem mesmo tinha se oferecido para pagar um drink antes, como os outros faziam! Era óbvio pela expressão no rosto de Chloe que ela estava se divertindo muito com aquele novo brinquedo.

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12 Re: Temptation Strip Club em Ter Mar 20, 2012 9:15 pm

- Meu... pole?

Um sorriso sai junto com a resposta. Como se lesse sua mente, a dançarina verbalizou a metáfora que concluía-se apenas em sua cabeça. "Essa vadia quer dançar no meu "poste", e ainda morde os lábios ao pensar nisso", pensou. Para Jason, ela gritava que o queria. Abria as pernas antes mesmo de estarem a sós, dele rasgar aquele vestido. Mas ainda assim ela continuava jogando.

O movimento que ela fez pra se afastar não o intimidou. Aproveitou o momento para cruzar olhares com uma garçonete que veio pegar alguns pedidos. Isto é, se ela tivesse olhos naquele decote, pois foi o único lugar que Jason conseguiu focar naquela mulher. Todas elas naquele lugar eram peitos, bundas, pernas e bocas, balançando para lá e para cá de maneira hipnotizante. 

Voltou seus olhos para a dançarina, e varria aquele corpo como se suas mãos ainda pousassem nele. Contornava toda a silhueta das costas até chegar ao quadril empinado, cerrando os olhos de maneira a imaginar seus dedos se fechando naquela avolumada curva. Não foi nada discreto, deixando claro o que olhava ali. O gemido que ouviu ao tocar o corpo da mulher ainda ecoava em sua mente, misturando-se às palavras dela. Aquela boca delicada parecia o encaixe perfeito para o seu amigo que gritava de um jeito desesperado, abafado pelo jeans. "Calma, garoto. Logo você entra...", pensou. Estava difícil se controlar.

- Aquelas ali querem minha grana. Mas você quer meu... - Hesitou e sorriu, ainda gostando do adjetivo que a stripper usou para seu colega, fazendo questão de lembrá-la que aquele nome partiu dela. - "pole"...! Sua idéia me agrada mais...

Não tinha dúvida alguma. Aquela mulher o queria, e isso para ele já era uma verdade. Mais uma vez seus olhos a varreram, e leu cada pedaço dela que oscilava e o olhava, agora despindo sua roupa e o desejando. Olhou para a bebida que estava a frente dela. O jeito que ela brincava com o canudo o inspirou, servindo como mais uma pista do que ela queria. Da mesma maneira que ela fez com seu Bourbon, deu um gole no Cosmopolitan sem nem perguntar. Aquela mão imensa fez o copo desaparecer, e podia-se ter a impressão de que quebraria. O gole que deu fez todo o líquido cair por sua garganta, até que pousou o copo no balcão. A olhou nos olhos, querendo dizer que faria o mesmo com ela. A tomaria inteira. E a mão calejada no delicado copo de vidro era uma boa analogia para a forma com que seus corpos se envolveriam.

- Doce...

Deixou escapar esse pensamento, sem deixar claro se falava da bebida ou do gosto que sentiu na borda do copo. Do sabor que pretendia sentir melhor quando a cheirasse de perto, a lambesse como o animal que era. 

Agora, sem bebida no copo, tirou dela a possibilidade de usar um "terminar meu drink" como desculpa. Pensou que se ela queria beber algo, viria dele. Aproximou-se dela, a puxando pela cintura, deixando-a mais próxima que antes. Agora a puxou de frente, fazendo os seios da mulher se apertarem contra seu abdômen duro com pedra. Foi inevitável que ela também sentisse algo mais abaixo que agora tinha a mesma rigidez. Era como um animal cercando sua caça. Ou melhor pensando, um macho encurralando uma "relutante" fêmea no cio. Seu "focinho" inspirou profundamente o cheio dos cabelos vermelhos daquela mulher, e sua voz voltou a sussurrar no ouvido dela uma proposta que soava mais como uma ordem.

- Agora... Vamos.

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13 Re: Temptation Strip Club em Qui Mar 22, 2012 4:48 pm

Afastar-se de Jason naquela hora fazia parte da brincadeira de Chloe. Gostava daquele momento e queria prolonga-lo o quanto pudesse. O olhar de Jason deveria estar fixo nela, mas ele olha para uma garçonete. Era uma garota sem-graça, que Flaming Eve nem mesmo havia se incomodado de aprender o nome. Fica cheia de raiva e ciúme, por aquele mero olhar e sua expressão que era de divertimento de repente fica completamente fechada.

Chloe nunca gostou de dividir. Não dividia bonecas quando era criança e agora, adulta, não passava pela sua cabeça dividir seus homens ou qualquer coisa que fosse. Ao notar que a garçonete olha Jason, Chloe a fuzila com o olhar, sentindo tanta raiva que cerra os dentes e a garota é logo intimidada. Seu interesse naquele jogo de sedução quase desaparece, e ela levanta o corpo que estava debruçado sobre o balcão para sair do lado de Jason e deixa-lo ali, com as garçonetes baratas que ele tanto queria.

Se a colocava na mesma categoria que aquelas garçonetes, aquele homem não a mereceria em sua cama. Merecia as outras daquele bar. Ela sente o olhar o homem percorrer seu corpo e a frustração dá lugar a uma leve satisfação. Então ele saberia o que estava perdendo. Dava os primeiros passos para se afastar dele quando o ouve dizer:

- Aquelas ali querem minha grana. Mas você quer meu... –Ele dá uma pausa, sorrindo, como se aquela analogia feita na frase anterior fosse alguma novidade. - "pole"...! Sua idéia me agrada mais...

Era mesmo um tanto atrevido, não? Transbordava autoconfiança, e Chloe não podia negar o quanto aquilo a atraía. No entanto, ainda estava irritada. Olha para ele, agora de cara fechada. Levanta uma sobrancelha, com um ar ainda mais arrogante que antes, mas o mesmo tom de voz provocante:

- Eu não tenho nenhuma idéia que o envolva, senhor.................ei..!!

Jason havia tomado o Cosmopolitan de sua mão e o tomado em um gole. Ela arregala os olhos azuis, pela primeira vez pega totalmente de surpresa pela atitude do homem. Ainda não acredita que ele engoliu toda a sua bebida em um só gole, terminando com sua brincadeira com o drink de uma vez! Johnny, que acompanhava a cena de perto, deixa escapar uma risada ao ver o choque estampado no rosto da amiga. Fica sem jeito e se afasta logo dos dois, sabendo que não deveria estar tão perto.

Ainda está procurando alguma maneira de expressar aquela indiganação quando é puxada pela cintura. Agora o homem havia feito o movimento com força o suficiente para grudar os corpos. Jhonny se mexe de trás do balcão. Um movimento de Chloe seria o suficiente para que ele soubesse que ela queria que os seguranças fossem chamados. Jason havia tomado liberdades demais, desafiado demais e Chloe já havia feito homens serem expulsos do strip club por muito menos. Aquilo poderia deixá-la enfurecida. Quando o jogo tomava caminhos diferentes dos que Chloe queria, ela sinalizava para Johnny a hora de chamar os seguranças.

O movimento de Jason para puxá-la somado ao “Agora... Vamos” sussurrado em seu ouvido faz com que Chloe esqueça todo o ódio que sentia por ele ter olhado para outra. As surpreendentes péssimas maneiras de Jason e a maneira bruta como ele agia a enlouquecem, e agora ela não consegue conter um gemido. Sentia como ele a cheirava, a força com que a apertava e sua respiração fica pesada, desejando que ele a pegasse com ainda mais força. Mas não queria se deixar vencer. Desiste dos argumentos verbais e luta para libertar-se dos braços fortes do homem, debatendo-se, empurrando-o para longe com a maior força que consegue. Johnny dá outra risada baixa e volta sua atenção para outro lado. Ela não havia dado o sinal. Definitivamente se divertia com aquela encenação.

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14 Re: Temptation Strip Club em Seg Mar 26, 2012 11:43 am

A última vez que Jason sentira um perfume tão bom assim, tão de perto, foi quando precisou fazer uma refém. Não imaginou que uma dama tão distinta estaria na loja de penhores que escolheu naquele dia. Provavelmente vendia bens do marido morto, talvez por ela mesma, e não queria chamar a atenção. Não imaginou também que ela teria dois seguranças armados a esperando no carro que suspeitou ser da máfia que encomendou aquele roubo. De qualquer maneira, teve que agarrar aquela viúva gananciosa pela cintura, apertar seu corpo contra o dela e fazê-la sentir a pressão do cano de sua arma. 

Naquela época, seu ódio por aquele tipo de gente (isso quer dizer aqueles que fazem tudo por dinheiro) quase o fez matá-la. Isso o causaria muitos outros problemas, então teve de poupá-la. Mas sentiu o corpo da vadia arqueando-se contra o dele. Por mais que ela se debatesse, a mulher de roupas caras e perfume importado (daquele país com um grande falo de metal onde as pessoas não tomam banho), se aproveitou da situação. Talvez porque sabia que seus seguranças a salvariam, ou porque simplesmente não tinha medo de morrer, Jason não sabia. Mas ela ergueu o quadril e buscou sentir algo além do cano de sua arma. 

Lembra-se de não acreditar que aquela mulher que fazia de refém queria dar para ele. Já havia visto mulheres se impressionando com o tamanho de sua Colt 45 sem que ela nem mesmo estivesse fora do coldre, mas nunca sorriam quando a viam apontada para sua cara. Era uma louca. A foderia se não tivesse que lidar com a situação do roubo sem chamar a atenção, mas faria de um jeito que ela não gostasse. Ela não poderia gostar. Foderia com ela do jeito que pessoas como ela foderam gente como ele: sem nome, sem dinheiro, sem chance alguma. Faria isso sem pena alguma.

Era algo parecido o que via ali no balcão do bar. Uma vadia cheirando a perfume caro se debatendo ao mesmo tempo que estava louca para sentí-lo. Não pensou em ódio algum. Depois de três anos sem uma mulher, só conseguia imaginar em como ela se depilava, se conseguiria descobrir se aquela dançarina havia mesmo nascido ruiva. A mão de Jason encaixou melhor na cintura da dela, que escapava com a forma que ela se mexia. A força que fazia contra ele era insignificante, e mesmo se quisesse escapar, não conseguiria. Seu braço tinha a força de um urso, e o cheiro de seu corpo indicava que poderia muito bem ter lutado com um antes de entrar no clube.

Notou que chamavam a atenção de todos ali. Até a moça que se contorcia no palco os olhava de relance, esperando a conclusão daquela cena. As garçonetes que discutiam por ele desistiram de ter a grana de Jason naquela noite, e voltavam seus pensamentos na maneira com que ganhariam mais gorjetas gordas naquela noite ao mesmo tempo que comentavam entre si sobre o que viam. Todos esperavam algo de Jason e da dançarina. Todos queriam saber como aquilo acabaria. Jason sabia, e para ele, a mulher também. Mas antes de saírem dali para cumprirem a promessa que a imaginação de Jason fantasiou, sabia que ela queria ser domada. Ela parecia ser a estrela daquele lugar, com todos os olhando, a qualidade de seu show e pela maneira superior que olhava a todos ali. E o homem que fará isso é o rei da noite.

O gemido que saiu dos lábios da mulher foi o convite ao que faria a seguir. Não havia nada mais a ser dito, apenas a ser feito. E Jason era muito bom nisso. Deu um novo puxão, mais para distraí-la do que para sentir os mamilos dos seios que endureciam com aquele contado. A olhou nos olhos, e como um animal que dava a primeira dentada em sua presa capturada, a beijou. Não deu chance alguma de resposta, obrigando-a a tocar seus lábios, projetando seu hálito quente de Whiskey na garganta da dançarina, misturada ao sabor doce do drink feminino que acabara de engolir.

Sua língua buscava a dela vorazmente, e seus lábios cobriam os dela totalmente. O desejo acumulado do ex-presidiário era bem expressado ali, na vontade que a beijava, no jeito que seus dedos a apertavam. Sua boca era tão maior que a daquela mulher que aos poucos a media e se adequava a ela. Mesmo assim continuava feroz, agora usando os dentes nos lábios delicados da mulher que nem sabia o nome. Sua mãos hesitava em descer pelo quadril e encher-se com a carne coberta pelo vestido, temendo que ela escapasse. Sabia que ela não iria, mas mesmo assim não queria dar chance alguma a isso. Sua outra mão estava para trás, segurando a sua mala de ginástica cheia de jóias e dinheiro, mas agora pensava em largar um tesouro por outro. 

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15 Re: Temptation Strip Club em Ter Abr 03, 2012 2:02 pm

Jason era mesmo muito abusado. Agia como se fosse dono do bar e de todas as mulheres lá dentro. Não tentou ser minimamente educado, não puxou nenhuma conversa. Estava excitado desde que entrou no bar. Tomou o drink preferido de Chloe em uma só golada, sem que ela sequer o oferecesse. Segurava Chloe sem dificuldade nenhuma, não fazia nenhum esforço: usava apenas uma das mãos para prendê-la. Sua mão era cheia de calos e arranhava as costas delicadas da dançarina. Era um ogro, e ela ficava cada vez mais curiosa para descobrir até onde ia aquela atitude.

Chloe luta com força para sair dos braços de Jason, empurrando seu peito com as duas mãos, contorcendo o corpo para se soltar. Roça mais o corpo no dele, provocando-o, gostando daquele contato agressivo, da mão enorme segurando-a sem dificuldade, da maneira bruta daquele contato. A cada segundo que ele a mantém ali sente mais raiva, luta com mais força e fica mais excitada. Sentia o cheiro dele, os musculos e alguma coisa mais embaixo, que prometia ser enorme. Seu corpo tremia, mas era de desejo e expectativa, não medo. Queria rasgar aquela roupa de couro ali mesmo, provar aquela violência de todas as maneiras.

Quando é beijada, suspira profundamente por alguns segundos, deixando as línguas se enroscarem, sentindo o gosto da boca do homem misturado ao alcool. O beijo a faz perder a vontade de continuar aquela lutinha por mais tempo, querendo perder logo e se entregar a Jason, ser sua presa. É isso que faz naqueles segundos: se entrega a ele, gemendo baixo, soltando o corpo em seus braços, apertando os seios contra seu peito. Sente o quão desesperado é o desejo de Jason, o quanto ele queria uma mulher. Mas não podia ser tão fácil. Chloe não gostava de ser fácil, não era qualquer mulher. Assim que se lembra disso, volta a se debater, agora ainda mais agressiva, empurrando-o, cravando as unhas na carne dos braços de Jason, até conseguir afastar o rosto e interromper o beijo. Quando consegue, olha os olhos dele, com cara de raiva.

- TROGLODITA!

Ela fala alto, sua voz ecoando por todo o salão. Dá um sonoro tapa no rosto de Jason que é forte, mas para Jason provavelmente não passava de uma carícia rude. A atenção das pessoas na cena aumenta. O barman nem mesmo se preocupa mais em fingir estar cuidando de algo no bar, observando diretamente. A tensão daquele momento é tanta que pode ser sentida fisicamente, e ela aproveita cada momento. Chloe adorava uma encenação, e aquela estava sendo a mais excitante dos últimos tempos. Há muitos dias que não ficava tão excitada antes mesmo de subir para o quarto. O olhar dos outros sobre ela e o grosseirão a sua frente faziam pesar sua respiração e seu corpo doer de desejo. Queria ainda mais daquilo, daquele beijo descontrolado e raivoso, cheio de vontade. Apesar do olhar de raiva e da agressividade, Jason pode ver aos poucos um sorriso surgindo no canto dos lábios cobertos pelo batom borrado. É um sorriso pequeno, provocante, desafiando-o a fazer aquilo novamente. Passa a língua estreita nos próprios lábios, molhando-os, sentindo um pouco mais do gosto da boca de Jason, ainda com as unhas compridas pintadas de vermelho cravadas no braço forte do homem. As enterra mais um pouco, machucando-o um pouco mais, querendo fazer com que ele sentisse um pouco de dor.

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16 Re: Temptation Strip Club em Seg Abr 09, 2012 9:19 am

- Gostosa...

É a única resposta que vem dos lábios de Jason ao ser chamado de troglodita. Pareciam estar devidamente apresentados. Ele, o troglodita, palavra que talvez nem conseguisse pronunciar direito, mas algo a que certamente seus ouvidos estavam acostumados. E ela, a gostosa, o adjetivo mais freqüente na cabeça dos homens quando botavam os olhos pela primeira vez nas curvas provocantes da dançarina. Por mais que isso fosse uma visão superficial sobre cada um, era o que mais se destacava em ambos no momento. Não precisavam mais que isso pra seguir adiante. Para continuar com o show.

Vê-la derreter em seus braços minutos antes o fez sorrir largamente. Nem o tapa em seu rosto e nem as unhas daquela mulher cravando em sua carne anularam a forma com que ela se excitava com Jason. Não fizeram o sorriso sumir de seu rosto. Tinha um sorriso bonito, e essa era a primeira pista (talvez a única) de uma possível doçura naquela montanha de grosserias. O sorriso era a única coisa que faziam as mulheres dizerem que era uma gracinha (nunca na frente dele), e que as faziam acreditar que Jason poderia ser um cara legal. Jason não fazia esforço algum para isso. Era apenas o que elas gostavam de acreditar, e o homem não costumava ir contra as crenças de alguém.

A mudança repentina de atitude mostrava a Jason que ele estava ganhando. Não apenas a briga, mas a garota. Da mesma forma que o corpo da dançarina pedia por Jason, seu membro pulsava, chegando a doer de ansiedade por estar em contato com aquele corpo. Mas se a mulher queria um show, se todos ali esperavam algo espetacular, daria isso a eles. Puxou-a mais uma vez, agora sem receio de vê-la fugir. Investiu mais um beijo empolgado, já indo direto ao ponto, tocando a língua da dançarina com a sua, encaixando perfeitamente sua boca ali. Sua mão que a segurava escorregou para uma das nádegas sem receio, apertando o recheio do vestido naquela região. Escapou um gemido abafado pelo contato mais ousado, intensificado pela ardência das unhas da mulher em sua pele. O que mais queria aquela noite era uma mulher que o arranhasse, que acabasse com suas costas, que a deixasse ardendo quando tudo terminasse. Que o deixasse mais vivo, o acordando para a vida, para a qual ficou adormecido por três anos. Era esse sabor que queria sentir aquela noite.

Jason ainda tinha como surpreendê-la. Ainda durante o beijo inclinou um pouco para trás, e antes que ela percebesse, a outra mão de Jason passa por trás de seus joelhos e a levantou. Parou o beijo repentinamente, estivesse ela aproveitando ou fugindo, e a ergueu em seu colo. O movimento fez com que derrubasse alguns copos do balcão com os pés da mulher e com sua bolsa de ginástica. Quem ainda não os olhava resolveu fazê-lo naquele momento. Olhou para a porta que dava acesso às salas privadas e seguiu naquela direção. Em outro contexto soariam como recém-casados a caminho da suíte da lua de mel. Mas agora soavam mais como um guerreiro que, após uma batalha, recolhe seu espólio de vitória, com o qual comemoraria as mortes que provocou naquela noite.

- Minha dança, agora...          

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17 Re: Temptation Strip Club em Qua Abr 18, 2012 5:10 pm

Chloe conseguiu o que queria: Jason a puxara de volta e agora a beijava com ainda mais vontade, enroscando a língua na dela, pressionando o corpo, tocando-a sem nenhum pudor. Tem vontade de rir de empolgação, mas lembra-se que a risada estragaria a beleza da cena e se contém. Suspira novamente com o beijo de Jason, agora correspondendo com a mesma paixão, mordendo seus lábios enquanto beija, com as unhas cravadas na carne do braço do homem. Queria marcar Jason e as unhas em seu braço eram apenas o começo do que pretendia fazer.

Tirar a roupa para Jason em cima do palco foi o início de uma provocação que ela achou que fosse durar a noite inteira. Imaginava que Jason faria como os outros homens: tentaria puxar uma conversa, ficaria desesperado para impressioná-la, e no fim seria capaz de fazer qualquer coisa para tê-la. No entanto, o homem havia quebrado todas as suas expectativas. Nem se deu ao trabalho de tentar agradar ou começar algum assunto. Cortou boa parte do jogo que Chloe tanto gostava. Agora ela via o quanto era bobo esperar algo mais sofisticado dele e se surpreendia com o quanto estava gostando daquilo. Sempre achou que odiaria não ter o controle total do jogo. Com Jason, o jogo era diferente, tinha outras regras, e ela não tinha certeza se conhecia todas.

Sente a mão calejada escorregar pelas suas costas, apertando seu quadril e deixa escapar um gemido que se mistura com o dele, afundando mais as unhas no braço do homem, descendo as unhas em arranhões até chegar nas mãos. Pretendia arrancar aquelas mãos da bunda antes que acabasse perdendo o controle da situação de vez, mas é surpreendida pelo movimento de Jason.

Não consegue disfarçar a expressão de susto quando é levantada daquele jeito. Susto, inclusive, que não foi só dela: o barman também se assusta, assim como algumas pessoas que acompanhavam as cenas. Johnny corre para o balcão, tentando salvar os copos que caem com o pé de Chloe, mas não consegue. O barulho do vidro quebrando faz a atitude de Jason parecer mais violenta e grosseira do que realmente foi. Apenas Chloe sabia a delicadeza e o cuidado com que Jason a carregava.

No colo de Jason, ela fica sem saber como reagir. Ele era tão grosseiro, tão troglodita, tão estúpido... Que ela simplesmente não conseguia mais resistir! Fica alguns segundos parada, olhando para a cara dele com os olhos arregalados. Então começa a se debater, tentando se libertar nos braços de Jason com força. O vestido que usava era tão frágil que quase expõe o corpo inteiro da moça na luta, atrapalhando muito a tentativa de Jason de tirá-la dali. De repente, no meio dos movimentos, Chloe percebe que não queria libertar-se realmente. Finalmente sossega, sem se incomodar em dar alguma explicação para a mudança de atitude repentina, sendo levada para o quarto. As unhas voltam a marcar a carne de Jason, mas agora nos ombros. Olha para ele durante todo o percurso, dando um sorriso safado, esquecendo completamente da platéia que gostava tanto de agradar.

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18 Re: Temptation Strip Club em Qua Maio 02, 2012 3:00 pm

A maioria das pessoas fica assustada quando vê a atitude de Jason. Os homens invejosos se mordiam por dentro por não pensarem em uma atitude tão invasiva com Flaming Eve, sempre temerosos pela presença da mulher. Mesmo assim sorriam entre si e comentavam sobre a atitude do brutamonte. Alguns até aplaudiam. Quando a stripper cedeu, os aplausos tomaram conta do lugar, e o sorriso safado da mulher fez os homens urrarem e arremessarem palavras de estímulo na direção do casal.

Não havia surpresa nos olhos de Jason. Ele era o rei da noite, e nada mais natural do que ser ovacionado pelos súditos. Não conhecia o lugar, mas já esteve em outros lugares como aqueles. Era como se estivesse revisitando algum deles, encontrando as mesmas strippers, as mesmas garçonetes e os mesmos clientes. A única coisa inédita ali era o seu prêmio, a mulher em seus braços. A dançarina não era como nenhuma outra que conheceu. Era uma mistura da decadência de uma mulher que vendia seu corpo com o glamour das mulheres ricas que podiam ter o mundo aos seus pés. Isso o confortava tanto quanto o irritava, e queria possuí-la da forma como nunca possuiu mulher alguma.

Seguiu para a porta que levava para o andar de cima, ignorando o segurança que a guardava. O homem de terno que, apesar de grande não chegava a ser maior que Jason, balbuciou algo, mas acabou deixando o casal passar. O consentimento da estrela da casa foi suficiente para ele desistir de impedir Jason de fazer qualquer coisa. Normalmente o segurança esperava alguma autorização para que aquela área fosse acessada, seja de um superior seu ou de alguma das moças que ofereceriam um show particular. Dinheiro também abria aquela porta, mas Jason não se esforçou para pensar em qualquer protocolo tendo uma mulher nos braços. Em sua mente sentia apenas o cheiro dela e do que o esperava entre as belas pernas. Não havia dúvidas de que ela estava preparada para o que Jason faria em breve, e ele conseguia sentir esse cheiro. E agora era nele em que ia se embriagar.

Depois de subir as escadas, andou um pouco pelo corredor, chegando até uma porta aberta entre tantas, e ganhou o novo recinto. Fechou a porta com o pé, fazendo um barulho alto, que era o fim do show para quem ainda tentava ouvir alguma coisa de lá de baixo. Agora eram apenas os dois dentro de uma das salas privadas. Na verdade, estavam em uma suíte de alguns cômodos. A antessala logo caracterizava a natureza do ambiente. Um pequeno palco com um pole ao centro era cercado por poltronas, colocadas um pouco abaixo do nível do chão. Cabiam ali oito homens confortavelmente, enquanto no palco havia espaço para que até duas garotas o dividissem. A decoração seguia o mesmo padrão do salão inferior do Temptation, mas com um pouco mais de luxo. Um aparador com um vaso em um dos cantos, em outro um vazio, destinado para comidas e bebidas que deviam ser servidos ali, e nas paredes quadros abstratos cujos desenhos mostravam formas inspiradas nas curvas de mulheres. Uma câmera de segurança estava colocada no alto, em um dos cantos, indicando que ali também não havia privacidade completa. Uma porta fechada levava a um quarto bem equipado, com uma grande cama, hidromassagem, espelho no teto, e outros móveis que auxiliavam na variação da prática sexual. Mas Jason não se importou em abri-la. Nem com o resto do quarto, tampouco com a câmera.

Colocou-a no chão assim que a porta bateu, apertando-a contra a parede. Avançou sobre ela deixando sua mala de ginástica cair, e deu nela um beijo mais empolgado que qualquer outro que deu até então. A engolia, sugava a língua, mordia os lábios, movido completamente pelo instinto. Se havia alguma maquiagem pintando a boca da mulher, ela agora se espalhava por volta dos lábios. A mão subia sedenta pela perna dela, levantando o vestido, não demorando a encher-se em uma das nádegas, suspirando quando a apertou. A puxava pela cintura com a outra mão, ao mesmo tempo em que seu corpo a prensava, colocando-a contra seu peito nu cheirando a suor. Uma de suas pernas entrou entre as dela, forçando sua coxa ali, apertando o sexo da mulher que nem sabia o nome. Assim deixou-a sentir o volume que pulsava dentro de sua calça, com a energia acumulada de três anos no sangue que corria por ali.

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19 Re: Temptation Strip Club em Qua Maio 30, 2012 9:45 pm

A ousadia de Jason divertia Chloe e fazia com que ela o desejasse ainda mais. A segurança com que ele a pega no colo, a certeza que ele parecia ter do quanto a desejava, fizeram com que a mulher resolvesse que queria Jason e apenas Jason naquele momento. Não olha mais em volta. Não liga mais para as pessoas que acompanhavam a cena, não liga para os protestos do segurança do lugar quando Jason a leva para os quartos. Não liga para os idiotas que aplaudiam a situação. Não liga para os divertidos olhares cheios de inveja das colegas. Nem mesmo se importa com qual quarto estavam entrando. Normalmente Chloe preferia ser levada dali para um motel caro ou para a residência de seus clientes. Raramente atendia alguém dentro do Strip Club. Era perfeita demais para isso. Ter Flaming Eve não era como ter qualquer uma das outras strippers. Ela era um produto diferente, e deveria ser consumido de maneira diferente, deixava isso bem claro para os clientes. Entretanto, de repente, nada mais importava.

Os olhos de Flaming Eve dedicam-se apenas a Jason e às linhas de seu rosto, seus olhos, seus lábios. Ela mantém o meio sorriso no rosto durante o percurso. O olhar dela ainda tinha o ar arrogante e superior que ostentava em todos os momentos, mas também expressava uma espécie de fascínio, desejo. Se estivesse fingindo, era com certeza uma das melhores atrizes que Jason já conheceu.

Entram no quarto. Chloe não desvia o olhar de Jason, quase não pisca. Escuta a porta fechando e a plateia do strip club fica do lado de fora. O meio sorriso que tinha nos lábios aos poucos se transforma em um sorriso inteiro, que mal tem tempo de se firmar. Os lábios de Jason colam-se aos dela, beijando-a empolgadamente. O gemido que Chloe prendia na garganta sai, provocante, e ela o corresponde, mordendo-o de volta, lambendo seus lábios, sugando-os. O quadril se move entre a parede e o corpo de Jason, sentindo seu membro duro, aproximando o corpo só para apertá-lo ainda mais contra a calça. A perna de Jason entre as dela a excita ainda mais, e ela chega a mexer o quadril novamente, gemendo como se a simples presença da perna de Jason ali já estivesse lhe dando prazer.

As mãos de Chloe finalmente exploram o corpo forte do homem, afastando a roupa de couro, arrancando-a com pressa, as unhas cravando em sua carne diversas vezes. As marcas traçam um caminho pelos braços de Jason, suas costas, seu peito, conhecendo-o e parecendo adorar cada detalhe que descobre. Arranca com força a jaqueta do homem jogando-a no chão com violência. As mãos arranham profundamente suas costas, subindo por elas, chegando aos seus cabelos, que ela puxa antes de voltar a beijá-lo.

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20 Re: Temptation Strip Club em Qui Maio 31, 2012 12:48 am

Apesar da força com que Jason a segurava, era bem suscetível aos gestos da mulher, cedendo seus músculos rígidos quando esta pedia movimento. Foi assim que deixou cair sua jaqueta de couro, revelando mais do que os arranhões vermelhos que a dançarina lhe deixava desde o andar inferior. Sob as marcas das unhas da stripper estavam as cicatrizes de Jason, espalhadas pelo corpo tão aleatoriamente quanto suas tatuagens. Uma cobra subia por um dos braços, enquanto dizeres agora irreconhecíveis circundavam uma caveira no outro braço, próximo ao ombro. Eram desenhos toscos, combinando bem com a figura de um troglodita. Se possuíam alguma cor, esta foi apagada, misturando-se ao negro-quase-verde de tatuagens obviamente mal cuidadas. De onde a mulher estava, era isso que conseguia ver, mas alguma coisa despontava até uma de suas costelas, provavelmente vinda das costas, compensando estranhamente a grande cicatriz na costela oposta.

Mas eram outros detalhes que ocupavam a mente de Jason. O jeito que os lábios femininos moveram, formando um sorriso completo, fizeram-no pensar no que aquilo significava. A vadia tá mesmo afim. Puxou os cabelos dela para trás, imitando o movimento que ela fez com o seu, buscando aquele sorriso que ganhou antes de cobrir a boca dela com seus lábios. Caiu mais uma vez na boca da mulher, agora deixando fluir toda a sua vontade acumulada. Não tinha mais o que segurar. Ninguém olhava. Ninguém o perseguia. Sentia uma segurança que lhe faltou até por mais tempo que esteve sem sexo, de forma a não se recordar quando isso aconteceu pela última vez sem voltar longe demais em suas recordações, impregnadas com o cheiro forte de incenso.

As mãos de Jason a apertavam com vontade, com força o suficiente para marcá-la, deixar seu rastro na pele branca da dançarina. Não se decidia onde colocá-las, mas sempre que as mudava de lugar, mostrava certeza de que ficariam ali a noite inteira. Quando desceu ambas as mãos até o fim das costas, fechou seus dedos em torno da borda do vestido, rasgando com apenas um movimento. Afastou os braços para longe do corpo da stripper, colocando-os um pouco para trás, flexionando-os de maneira a mostrar o quão fortes eram. A academia da prisão era o lugar que mais freqüentava, e isso era óbvio pela forma de seus músculos. Seu peito trincado e desenhado, seus braços muito bem delineados, chegando até a saltar algumas veias. Ainda podia-se sentir o cheiro do concreto dos pesos que levantou naquela manhã no pátio da prisão, misturado ao suor do homem.

Os seios, agora revelados, tinham uma forma tão perfeita que o fizeram parar por um segundo apenas para olhá-los. Apontavam diretamente para ele, acusatórios, cheios e chamativos. Sua boca encheu-se de água com as curvas suaves que culminavam em mamilos rígidos. Soltou os pedaços de pano para pressioná-la mais uma vez contra a parede sentir aquilo tudo que quase não acreditava ver. Sua pele tocava a dela completamente pela primeira vez. Ao menos na parte de cima da cintura. Então a ergueu de uma vez pelos quadris, enchendo ambas as mãos nas nádegas da mulher e a levantando alto o suficiente para que os seios chegassem até sua boca. Deu apenas um segundo para sua mente guardar suas formas perfeitas, para então cair com seus dentes sobre eles. Sugava-os com tanta vontade que os arroxeava, deixando nela mais uma marca. Mesmo assim era cuidadoso, estimulando-a bem.

Colava seu corpo ao dela, voltando a beijá-la, gostando de sentir os mamilos roçando em seu peito. A sua boca voltava para a dela, e ele gemia quase com um grunhido, como se aquela sensação se libertasse dele com força, presa há tanto tempo. Ainda a segurando, tirou-a da parede, levando-a para o palco. Deitou-a ali, ainda ditando todos os movimentos, mostrando até então tudo o que queria. Do jeito que queria. Apesar de sua fúria para tê-la, alguma coisa ainda o segurava para finalmente penetrá-la. Ainda faltavam algumas coisas, como se cada detalhe fizesse diferença. Cada parte do corpo parecia precisar de uma exploração.

De um beijo, desceu pelo corpo da mulher, aproveitando todo o caminho até a calcinha. A ela deu o mesmo fim que teve o resto da roupa, a estalando, fazendo-a chicotear em seus dedos e a jogando longe. Revelou o que havia entre as pernas, a origem do cheiro que o atraía. Fungou e cheirou, como um animal, se aproximando cada vez mais, e finalmente a abocanhou, bem ali, sentindo todo o gosto daquela mulher direto da fonte. Sugava com força, e sua língua não se acalmava. Grunhia e gemia alto, chegando até a dar um pequeno espasmo com o corpo, indicando que era exatamente aquilo que queria. Sentir aquele gosto trazia à tona um sentimento guardado por anos, e aproveitado da melhor maneira que podia imaginar. Não soube se era pela condição, pela sua abstinência, mas naquele momento tinha certeza de que era o melhor gosto que sentia em toda a sua vida.

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21 Re: Temptation Strip Club em Qui Jun 07, 2012 8:46 pm

Ela o empurra com força, afastando os corpos. Contrariando qualquer impressão que o gesto poderia passar, o sorriso continua no rosto enquanto os olhos percorrem o corpo de Jason, examinando as cicatrizes e tatuagens. O olhar é pornográfico, tão pornográfico quanto foi no palco, mas agora aquele show era apenas para Jason. A língua da dançarina passa pelo lábio superior de sua própria boca e ela volta para os braços do homem, apertando-se contra ele, tendo seus cabelos puxados, puxando também os dele, derretendo-se com seus beijos.

O toque forte de Jason a faz gemer, gostando de perceber que ficaria marcada. Aquilo faria as outras garotas virarem os olhos de inveja no dia seguinte. Não percebe que se esqueceu completamente de pensar no dinheiro que ganharia, de impor o pagamento antes do trabalho, de deixar claro todos os limites antes de tudo começar. Chloe não se entregava nos braços de homem nenhum, e sempre os colocava em seus devidos lugares antes de começar qualquer coisa. Naquele momento, porém, não se lembrou disso. E se tivesse lembrado não se interessaria. O único lugar onde queria colocar Jason era dentro dela. Mais nada. Sua mente se perde nos beijos e carícias e só retorna a consciencia quando tem o vestido rasgado.

O gesto de Jason mais uma vez surpreende Chloe. Aquele vestido era CARO, e o homem o rasgou como se fosse um pedaço de papel! Os olhos azuis arregalados de Chloe olham o pedaço de pano rasgado por alguns segundos, pensando no preço do vestido e sente raiva de Jason por estragar um modelito tão único. Descontrolada, dá um tapa no rosto do troglodita, mais barulhento do que forte. A raiva só a deixa mais excitada e a faz rir, lembrando que fez exatamente a mesma coisa minutos atrás no salão. Percebe o olhar de Jason para seu corpo e seus seios expostos, para o corpo delicado, a cintura fina, a pequena calcinha de renda preta.

Estava acostumada a olhares de adoração, olhares apaixonados, admirados pela beleza de seu corpo. Mas o olhar de Jason guardava muito mais do que isso, e ela não tinha certeza se conseguia decifrar tudo. Ele parecia querer memorizar seu corpo, conhecer cada pedaço dele. Chloe estava com pressa, o queria logo dentro dela, sem qualquer enrolação. Ele, entretanto, parecia ter se acalmando, apesar dos gestos brutos, encantado de uma maneira diferente do que Flaming Eve costumava fazer de propósito. As mãos do homem a levantam, e ela geme quando ele passa a morder e sugar seus seios, arqueando o corpo. A força com que ele faz aquilo provoca um pouco de dor, mas ela gosta da sensação e da vontade com que ele faz isso.

Logo, os lábios dos dois voltam a se encontrar, e Chloe fica cada vez mais faminta, beijando-o com força, sem perceber o quanto se entregava cada vez mais a Jason, o quanto a sensualíssima Flaming Eve dava lugar a garota mimada Chloe. Não resiste em ser levada para o palco, lugar tão familiar para ela. Deita-se, apertando e arranhando o corpo do homem, gostando de fazer cortes mais profundos quando ele não resiste. Os lábios quentes dele passam por seu corpo e a fazem dar suspiros longos e profundos, ansiosa, movendo o quadril. Ele queria explorá-la, mas ela queria logo o ato, queria que ele a devorasse com força, completamente. O chicotear do elástico da calcinha preta e minúscula que usava a faz voltar a rir, puxando-o mais para ela, entre gemidos. Os dedos já buscam abrir a calça de Jason, querendo puxar seu membro dali. Quase reclama quando ele passa a descer por seu corpo, tentando puxar para cima. Não queria mais perder tempo! O queria já, logo... o que ele achava que estava fazendo tentando chupá-la? Não eram um casal de namorados, era muito mais intimidade do que Chloe estava disposta a permitir. Ela não precisava disso, já transbordava desejo e aquilo seria só perda de tempo. Era uma prostituta, não queria sentir prazer sozinha, não daquele jeito, não queria se entregar sozinha, e achava o sexo oral extremamente sem graça de qualquer maneira...

Os pensamentos e reclamações que tinha em mente, porém, desaparecem quando os lábios de Jason passam a sugar seu sexo. Esquece completamente todas as objeções que tinha aquela prática, toda a intimidade que queria impedir. Balbucia um “não...” baixinho, um protesto quase inaudível, esquecido segundos depois. Agarra-se aos cabelos longos do homem, gemendo alto, contorcendo o corpo. Ele fazia aquilo com tanto prazer, a lambia como se ela fosse a mais deliciosa das iguarias. Não quer tirá-lo dali nunca mais, ficando ainda mais molhada do que já estava, ainda mais entregue. Chloe começava a perceber o quanto havia sido um erro permitir que Jason a tocasse pela primeira vez. Agora queria seu toque em todos os segundos, em todo o seu corpo. Sente mais uma onda de raiva, e rosna, arranhando as costas do homem com mais força. O queria muito, e o odiava por isso.


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22 Re: Temptation Strip Club em Seg Jun 11, 2012 4:15 pm

A boca de Jason estava impregnada com o gosto da stripper. O mel da excitação da mulher escorreu em um filete da boca de Jason, cuja língua a explorava completamente ali. De cima a baixo, e até baixo demais, onde a maioria dos homens não ousaria encostar a boca. Seu queixo barbudo dava uma outra sensação ao tocar a pele da dançarina onde esta era mais rosada e úmida, e seus dentes somavam à variação da textura ao dar leves mordidas no sexo. A comia quase literalmente, bebendo-a como um rei degusta seu banquete em uma mesa farta, se lambuzando. O rei da noite tinha direito ao melhor pedaço, e ali estava a estrela da casa, se contorcendo aos seus toques, descontrolando-se.

O "não" que escuta dos lábios delicados o faz perceber que não era apenas a roupa que havia para ser tirada da stripper. A sua máscara também se desfazia em suas mãos, mais sutil que o arrancar do vestido, mas ainda assim revelava algo íntimo daquela mulher. Algo a que os homens que a tinham não estavam acostumados a ver, e certamente não havia preço a ser pago. E essas revelações eram tão deliciosas, ou talvez ainda mais, do que ver as peças de roupa caindo uma a uma em uma dança sensual. Jason gostava de conseguir vê-la tão bem, fazer se revelar tanto. Um calafrio passou por seu corpo, e então desejou os lábios dela mais uma vez.

Subiu com a mesma calma que desceu, demora do até um pouco mais ao morder a pele branca, divertindo-se nos seios, roçando os dentes no pescoço, e então a beijando. A fez sentir o próprio gosto, pegando os cachos ruivos e os puxando, como uma saudável vingança aos arranhões. Eles ardiam em seu corpo, onde pequenos filetes de sangue escorriam, dando uma nova pintura às suas tatuagens. Dando uma nova vida a elas. A forma com que os músculos de Jason se moviam para subir na dançarina causavam mesmo um efeito de movimento, de vida, como se elas pusessem saltar de seu corpo e rastejar pelo chão.

Agora Jason estava sobre a mulher, e ela podia notar que sua calça não estava mais ali. Seu corpo não estava muito colado ao dela, com exceção do beijo que davam, mas podia sentir que algo tocava entre as pernas. Movimentos de quadril forçavam a entrada do membro rígido no sexo úmido da mulher, afastando os grandes lábios mais do que os outros homens costumavam conseguir. Ele finalmente entra, soltando um longo gemido, abafado pelos beijos intermináveis. A olha nos olhos, para captar a mulher que se revelava naquela hora. Uma estocada suave, outra mais forte, e então uma terceira mais profunda. Estava quase todo dentro. Sentí-la apertando-o era como viver um sonho milhares de vezes sonhado nos três anos enclausurado. Mas dessa vez a realidade era muito mais doce. Manteve-se ali por alguns segundos, soltando um pequeno espasmo com o corpo, deixando escapar um gemido apertado entre os lábios.

A visão da mulher que não sabia o nome era a coisa mais bela que já tinha visto. Os cabelos espalhados, a expressão descontrolada, a boca se ofegando, era uma deusa em que podia tocar. Seus lábios se moveram para dizer o nome dela, mas ele não o sabia, então a única coisa que conseguiu soltar foi um "Vadia...".  Nesse momento dentro dele uma força chegava arrebatadora, que culminaria no fim daquele ato, então moveu seu quadril mais uma vez para fugir daquela sensação. Não queria que acabasse naquele momento. Queria mais.

A ultima estocada o vez entrar completamente dentro dela, e então ter um controle maior da situação. Mordia o pescoço, cheirava os cabelos, lambia os lábios, aproveitava cada visão que tinha e cada reação que provocava naquela mulher. As estocadas começaram a ficar ritmadas e firmes, fazendo-o gemer e grunhir. Não queria estar em nenhum outro lugar no mundo a não ser dentro dela.

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23 Re: Temptation Strip Club em Sex Jun 15, 2012 9:44 pm

Chloe queria afastar Jason dela. Sabia que aquela intimidade não era saudável, que nunca deveria deixar ele lamber seu sexo daquele jeito. Porém, por algum motivo, não consegue colocar sua vontade em prática: a língua do homem é muito mais habilidosa do que deveria e faz sua vontade oscilar. As sensações que ele provoca a atormentam, e ela o arranha com raiva, rosnando, contorcendo o corpo. Ficava cada vez mais impaciente, o orgasmo ameaçava vir com os lábios de Jason. Mas Chloe não queria dar a ele esta satisfação e consegue afastá-lo por segundos o suficiente. Logo Jason subia por seu corpo, beijando-o, mordendo e provocando mais gemidos.

Flaming Eve era uma ótima atriz. Sabia gemer alto e provocantemente, cerrar os olhos como se estivesse louca de prazer, fingia com perfeição. Enganava o mais exigente dos clientes, e o que lhe dava prazer de verdade era perceber o quanto era capaz de enganar e manipular os homens. Adorava lembrar como era boa o suficiente para fazer qualquer idiota sentir-se um deus entre quatro paredes. De vez em quando, Eve não precisava atuar muito. O cliente podia ser melhor do que ela imaginava, ou a situação excitante por si só. A atuação resumia-se a parte da brincadeira, um exagero do prazer que sentia para provocar o outro. Mas neste momento, era Chloe. E ela se vê pela primeira vez tentando fazer o contrário do que Flaming Eve fazia: atuar para não demonstrar obviamente o prazer que sentia, evitar que Jason tivesse a satisfação de saber o quanto aquelas mordidas em seus seios a enlouqueciam. Tinha plena consciência de que fazia um péssimo trabalho.

Voltar a poder beijar os lábios dele estraga ainda mais a tentativa de Chloe de retomar o controle da situação. Desejava demais aqueles lábios. Quando percebe, o aperta com força contra ela, e fica ainda mais ansiosa quando percebe que ele já havia se livrado da calça. As mãos dela agora apertam as costas de Jason, descendo por elas, até chegar as suas nádegas, apertando-as também, empurrando-o para penetrá-la.

Deixa escapar um sorriso quando o sente dentro dela, com a respiração próxima, aqueles braços fortes a abraçando com tanto desejo. Os lábios não se descolam, mas um gemido alto escapa dali a cada centímetro de Jason que consegue sentir. As mãos, que voltam a subir pelas costas desenhadas do homem, voltam a ficar mais agressivas, e ela crava as unhas novamente ali. A cadência do movimento dele era perfeita demais para Chloe conseguir controlar os gemidos, abafando-os no pescoço dele, aproveitando para cheirar seu corpo. Ficava cada vez mais difícil ser Flaming Eve. E a Chloe aparecia aos poucos, embaixo de Jason, beijando-o, mordendo seus lábios, entregando-se a ele, com um olhar quase apaixonado.

Então escuta como ele a chama. “Vadia...”.. Vadia... Lembra-se de quem era e do que homem esperava. Não era com Chloe que ele transava. Era Flaming Eve que ele queria! Aquele olhar de antes desaparece, como se tivesse sido desligado. Nos lábios da mulher, o sorriso arrogante volta, seguido pelo olhar superior. É como se a palavra “vadia” tivesse despertado Flaming Eve, abafando de vez aquela menina que começava a aparecer. Ela agora quase grita com as estocadas de Jason, e seu corpo se move cada vez mais. Ela resmunga um “Boçal...” e logo Jason é empurrado e Flaming Eve fica por cima, tomando conta dos movimentos, montada sobre ele. Adorava ser olhada e faz questão de deixar que o homem veja todo o seu corpo, mantendo o olhar no dele. As unhas que antes faziam sangrar as costas do parceiro passam a arranhar o peito enquanto o quadril se move lentamente, quase de uma maneira irritante, provocando-o por alguns segundos antes de retomar o ritmo de antes. Quando o faz, inclina o corpo para frente, roçando os seios no rosto de Jason, desejando mais daquelas mordidas.

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24 Re: Temptation Strip Club em Seg Jun 18, 2012 9:41 am

A menina por dentro daquela mulher ia surgindo nos toques e beijos mais apaixonados e envolventes. Ela se rendia demais para uma estrela, para uma prostituta. Para a "vadia" que havia visto no palco e duelou com ele no balcão. Chamá-la de vadia a fez se esconder, recuar por trás daquele corpo escultural e de toda a pose de uma mulher ousada e provocante. Jason queria a menina de volta, continuar revelando cada pedacinho daquela mulher de gosto entorpecente. Pensou em acelerar os movimentos, e quanto seu quadril se afastou um pouco mais, momentos antes de voltar com toda a força, ela o virou.

Não houve tempo para sua reação. Ele mal saiu de dentro dela para que seus corpos rolassem sobre o palco, e a carne das nádegas da stripper logo se chocava novamente com a pele de suas coxas. Sentiu-se como um touro domado em um rodeio. A forma como ela movia-se sobre ele deixava isso bem evidente. Tentou mover-se ali, para que voltasse a posição anterior, mas as sensações que a mulher lhe causava com aquela cavalgada faziam-no se render. Seu corpo relaxava por completo, e mal sentia suas pernas. A mulher mostrava do que era capaz, em uma dança que o fez lembrar-se do que disse a ela no balcão. "No meu pole", e era isso o que ela fazia. Dava um show no membro de Jason como se aquele fosse o poste no qual deveria se esfregar para ter notas verdes voando em sua direção e prendendo-se à sua calcinha.

Os seios empinados, balançando em um ritmo hipnotizante, clamaram por suas mãos, e ele os apertou, fazendo-os sumir em suas grandes mãos. Em contrapartida, tinha seu peito arranhado, e de tão relaxado que estava, soltou um grito, nascido de um grunhir e morrendo num longo gemido. Ele estava sendo derrotado por aquela mulher de olhar determinado e malicioso. Não era ela que queria. Era a menina que se surpreendia com as suas investidas, com a sua boca entre as pernas, com seus movimentos de quadril.

- Volta... - Disse um pouco tarde. As reticências viraram um grunhido apertado, provocado tanto pelas unhas da mulher quanto pela explosão em que Jason se transformava. Seu corpo inteiro formigava de um jeito que não se lembrou ter sentido. Nem antes da prisão. Mais uma vez o tempo que ficou sem ter uma mulher podia estar lhe pregando uma peça, fazendo daquela prostituta uma deusa, na qual devia toda sua devoção. Sua oferenda saia forte e quente de dentro dele para dentro dela, com espasmos de seu quadril, apertões de suas mãos no corpo da mulher.

Ela não entende o pedido dele ou o ignora, mordendo-o e movimentando-se furiosamente, o olhar fixo no dele. Quando o orgasmo dele chega, o dela acompanha, fazendo-a gritar e arranhar os braços de Jason ainda mais profundamente. Durante aqueles segundos, um sorriso delicado surge nos lábios aveludados, e Jason tem de volta a moça que estava procurando. É como se naqueles momentos fosse impossível para ela se esconder. Está cansada quando é colocada de volta embaixo do corpo de Jason, cedendo a seus beijos, com o corpo quente e relaxado embaixo do dele. Aninha-se por alguns segundos nos braços fortes, se distanciando mais um pouco da prostituta do strip-club para se mostrar um pouco mais vulnerável. Entretanto, com o passar do tempo, volta a desaparecer atrás daqueles lábios vermelhos, da risada provocante, das mordidas e arranhões, até não sobrar nada da suavidade anterior.

E ali estava ela, do jeito que ele queria, em poucos segundos, que seja. A guarda dela baixou completamente, e aquele momento estava ainda mais completo. De alguma forma sabia o segredo daquela mulher. E a chave para vê-la do jeito que queria era tranzendo a ela novamente a sensação que acabara de provocar.

A puxou e a beijou, agora mais calmo, de um jeito que viria a empolgá-lo em poucos segundos, mais uma vez. Mal haviam terminado e ele já queria mais dela. Sua mente estava vazia, longe de qualquer problema. Esqueceu-se de como havia parado ali, e de tudo o que lhe aconteceu até então. A visão da mulher tomava conta de todos os seus pensamentos. Aqueles beijos demoraram alguns minutos. Um tempo que permitiu que ele a virasse e subisse sobre ela. Deixando o efeito do orgasmo mais distante, notou uma mulher de verdade embaixo dele. Descabelada, decomposta, toda entregue, de um jeito apaixonante. A queria mais uma vez, e assim a teve.

Naquela noite a teve de todos os jeitos, quantas vezes seus corpos permitiam. Se dependesse do vigor de Jason, fariam aquilo até o sol raiar. A experiência de prostituta e a resistência de dançarina fizeram-na acompanhá-lo. Cada móvel ali foi palco da fúria sexual daquele casal que os deuses acabavam de unir. Então descobriram o quarto atrás da porta fechada, onde havia todo o aparato em que podiam repetir o que acabaram de fazer. Uma grande cama, uma banheira, uma cadeira em formato pouco usual, espelhos para fazê-los se observar dos mais diversos ângulos...

E assim se repetiram, sem ver a hora passar, até serem dominados pelo cansaço. A essa altura Jason conhecia cada milímetro do corpo da mulher que ainda não sabia o nome, tendo a tocado de todas as maneiras que conseguiu imaginar, e também daquelas outras sugeridas pela mesma.

Nesse quarto a tatuagem das costas do homem foi revelada. Um imenso búfalo visto de frente, que ocupava todas as suas costas. Seus olhos eram duas bolas vermelhas, sendo essa a única cor que se pintava além do preto desbotado. Ainda estavam brilhantes, como se tivessem acabado de serem feitas. Provavelmente retocava aquela região com frequência. Estava em posição de ataque, com suas narinas dilatadas, como se fosse avançar em quem a olhava.

Nos intervalos entre uma e outra incursão pelo corpo um do outro, Jason era carinhoso. Isso destoava bem de sua pose e de seu tamanho, mas parecia buscar algo na mulher que se deitava com ele. Um carinho que lhe faltou durante três anos na prisão, sem visitas, sem correspondências, sem ninguém que se preocupasse com ele. No fim das contas não tinha ninguém, e mesmo que isso fosse culpa sua, sentia falta dessas pessoas. De gente que nem sabia o nome. Se pegava a abraçando apertado, a beijando devagar, afundando-se nos cabelos vermelhos cacheados. Mas logo que se empolgava parecia virar outra pessoa. O animal dentro dele voltava à tona, e a possuía ferozmente.

Não a questionava, nem falava sobre coisas dele. Ao ver que não seria incomodado com perguntas sobre a sua vida, não a atormentou com perguntas desse tipo. Nem sem nome se incomodou em perguntar. Aquela imagem lhe bastava. Falou sobre bebidas, sobre mulheres, sobre carros e motos, e até sobre o tempo. Parecia a companhia ideal para quem não queria se revelar. E, quando ele queria que ela revelasse algo, a chamava para a eterna dança em que se meteram por toda a noite, e via os olhos da verdadeira mulher que estava com ele brilharem.

Quando perceberam a luz do dia por uma fresta quase imperceptível atrás de uma das cortinas, Jason lembrou-se de que havia um mundo lá fora. Levantou-se, como se fosse ir embora, indo até sua mala de ginástica, ainda no chão perto da primeira porta que entraram. Colocou a alça da mala no ombro, como se fosse levá-la embora, mas entra novamente no quarto. A colocou sobre a cadeira de formato estranho e a abriu. Um forte brilho vinha dali, de varias cores, onde o dourado era predominante. Enfiou a mão lá dentro e tirou a primeira coisa que encontrou. A olhou e se deu por satisfeito, voltando para a cama onde estava a sua companhia. Abriu o colar na frente dela, segurando em ambas as pontas. Ouro da peça reluzia as luzes fracas do ambiente, e podia-se ver a própria imagem nas grandes esmeraldas encrustradas na peça.

A corrente de ouro tinha elos finos e arredondados, delicados, com um centímetro de diâmetro. A cada três deles o anel era maciço, e ali estava encravada uma esmeralda que tinha quase o tamaho do disco, deixando apenas um espaço para que se juntasse ao elo seguinte e anterior. O pingente era o que realmente chamava a atenção. Uma grande esmeralda, quadrada, perfeitamente lapidada, de cinco centímetros de aresta, refletindo o próprio rosto da dançarina ali, como se fosse um santinho vivo, ou como se ela fosse aprisionada pela jóia. Mesmo pega aparentemente ao acaso, podia ser o produto mais valioso de seu roubo à joalheira na manhã do dia anteior, e mesmo assim oferecia à dançarina. A mulher podia imaginar que, de onde saiu aquele colar, haviam diversas outras jóias. Uma mala de ginástica cheia delas.

- Vai ficar bem em você.

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25 Re: Temptation Strip Club em Ter Jun 19, 2012 6:13 pm

O olhar provocante e sensual de Chloe não sai de seu rosto a maior parte do tempo, tão presente que é irritante. Entretanto, as vezes, deixa escapar o brilho da moça de antes nos olhos azuis apaixonados que, quando ela percebia que demonstravam demais, fazia questão de fechar. O sorriso zombeteiro sempre aparece. Com o tempo, porém, Jason também consegue arrancar uma risada gostosa de se ouvir, espontânea, íntima. É como se Chloe oscilasse o tempo inteiro entre o teatro e a realidade, entre a força que exibia durante o sexo e os segundos em que se entregava completamente em um orgasmo, aos beijos e suspiros dos momentos com Jason.

Ela o desejava o tempo inteiro. Nunca sentia-se cansada, e adorava que ele começasse tudo de novo segundos depois de terminar. O experimentava de todas as maneiras, com cada pedaço do corpo, sem reservas. Normalmente gostava de impor limites. Era importante que os clientes soubessem que era ela quem mandava, ela quem estabelecia as fronteiras. Gostava desse controle. Com Jason, no entanto, o controle tinha ido embora, desaparecido simplesmente. No início, a vontade que ele tinha de sentir seu gosto a incomodava muito, e ela tentava evitar o contato. Jason nunca desistia dela, de enfiar a língua entre suas pernas, sugá-la, tocá-la com os dedos. Tentou limitar o toque, mas ele ignorava seus sinais e a cada segundo, ela descobria o quanto gostava daquilo. No final da noite, Jason podia toca-la como quisesse. Os limites físicos haviam desaparecido, ela apenas desejava as carícias do homem, desejava que ele estivesse dentro dela, que os corpos estivessem unidos, suspirando e gemendo juntos.

Jason conseguia toca-la como quisesse, possui-la da maneira que lhe dava em sua mente.. mas não conseguiu dela nada além de gemidos e algumas frases soltas, que sempre terminavam com alguma provocação sexual. Nunca se interessava demais nos assuntos de Jason e enquanto ele falava de carros, do clima, de motos e tudo mais, ela escutava por alguns momentos e logo já voltava a lamber e arranhar o corpo do homem, buscar seu membro para reanima-lo, sem querer dar muito espaço até mesmo para a mais leviana das conversas.

Trata Jason como um animal, ferindo-o de propósito com suas unhas, mordendo seus ombros até sentir gosto de sangue, dando tapas sonoros em seu rosto, usando o corpo para provocá-lo, puxando com força os longos cabelos do homem. Mas percebe o quanto ele queria beija-la e acaricia-la, sentir o cheiro de seus cabelos, abraçá-la. Aquela carencia era estranha a Chloe. Não sabia de onde poderia surgir aquilo. As vezes, afastava-se dele por alguns segundos, mas ele logo a puxava para perto, enchendo-a de beijos e reiniciando o delicioso sexo que não conseguiam parar de fazer.

O tempo passa e, quando Chloe nota, está sonolenta, deitada sobre o peito de Jason, olhando a luz começar a invadir o quarto. Seu corpo doía com a atividade prolongada, uma quantidade absurda de sexo. Nunca havia imaginado que alguém poderia desejá-la tantas vezes durante uma noite. Raramente aceitava ficar daquele jeito com um cliente, mas estava exausta e a intimidade que Jason havia conquistado a venceu. Piscava longamente, de uma maneira suave, com um meio sorriso no rosto, quando o homem se move para levantar. Ela não protesta, saindo de seu peito, deixando que ele vá. Olha o caminho que ele faz, e assiste sua volta, com a mala. Não parece especialmente curiosa pelo conteúdo da mala, deitada de bruços na cama, aproveitando o afastamento dele para acender um cigarro. Se surpreende com o brilho da mala, e ainda mais com o que o homem tira dali e ofere a ela. Aquilo só podia ser roubado. Pareciam ser muitas jóias e aquele colar que ele oferecia era obcenamente caro. Não acredita que seja um presente. Imagina que ele simplesmente queira fode-la usando aquela jóia e é pensando nisso que ri, soltando a fumaça do cigarro entre os lábios.

- Claro que vai..

Ri baixo novamente, ajoelhando-se na cama e deixando que ele colocasse o colar no pescoço delicado, olhando-o nos olhos, provocante, esperando a hora em que ele montaria sobre ela e recomeçaria tudo de novo. Não tinha ideia do quanto cobraria dele por aquela noite. Definitivamente seria caro.

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